Criatividade, Cultura Digital, Design, Inovação

Na máquina dos outros

chocolate

Para matar o tempo de vocês enquanto eu não produzo conteúdo novo, seguem duas coisas que talvez vocês já tenham visto. A primeira é meu artigo para a revista Webdesign de dezembro que, passados seis meses, pode ser tornado público aqui. Ele trata do fato que quase sempre esquecemos ao produzir idéias criativas: que elas serão consumidas pelos outros, que rodarão no computador dos outros, enfim. Acredito que seja mais por concentração que por desleixo, muitas boas idéias parecem se esquecer do outro, no melhor estilo “temo tudo para ganhar este jogo mas… faltou combinar com o adversário”. Não é dos meus melhores textos, mas acredito que vale postá-lo aqui nem que seja para servir simplesmente como lembrete.

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ETC

vida colorida

calend pantone

Caros/as: não tenho como negar que a vida está bastante colorida em termos de oportunidades, o que também significa um bocado de trabalho. Este não-post aqui é só para dizer que eu não me esqueci de você e volto daqui a pouco com tudo, talvez com um post que relacione o “ficar” com a Web 2.0. Fim de semestre é punk. Semana que vem participo de dois simpósios, 12 bancas de TCC e uma de mestrado. Na outra, tenho trabalhos às pencas para corrigir. A partir daí as coisas ficam mais tranqs. Desculpem-me pela bissextualidade.

Carreira, Cultura Digital, Inovação, Palestras e entrevistas

O que você faz?

Este foi o tema do iMasters InterACT 2009, em Belo Horizonte. Tudo começou com uma conversa com o Tiago Baeta, do iMasters, logo após o InterCon. Ele convidou a mim e ao Rapha para sermos curadores e montarmos um espaço para apresentações e provocações. Ao ver a planta do hotel em que o evento aconteceria, percebi que a boïte seria o lugar perfeito para esse tipo de evento, com seu palquinho, pufes e sofá. Daí pra frente foi só chamar muita gente legal para participar e ficamos bastante feliz com o resultado.

A cobertura do evento você pode acompanhar aqui.

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Cultura Digital, Inovação, Tendências

Internet, experts
e The Big Bang Theory

Smart is the new sexy

The Big Bang Theory. Não conhece? Pois assista.
Diz mais a seu respeito do que parece.

Chuck Lorre é um gênio. Entre todos os produtores de TV responsáveis por revitalizar um gênero que se popularizou com I Love Lucy e que não sofreu muitas modificações desde então, ele responde por dois programas que, ao associar pessoas completamente diferentes em encontros improváveis, traz para a TV histórias e situações que são tão absurdas e exageradas que se tornam tragicômicas. E reais. Suas séries e personagens não têm o apelo esotérico-misterioso de um J. J. Abrams e seu LOST, a máquina de fazer dinheiro de um Jerry Bruckheimer e sua franquia CSI nem é tão ruim que chega a chamar a atenção quanto um Tim Kring e seus HEROES andróginos de meia tigela (nem desconhecidos e ofuscados por seus atores principais, como Clyde Phillips e David Shore).

Seus personagens são quase banais e provavelmente aí se esconde o grande segredo de sua empatia. Eles não são viciados em nada mais perigoso que WoW ou Twitter, não voam, matam, desmorrem ou citam Shakespeare frente a uma cena de crime (bom, pelo menos não frente a uma cena de crime).

Eles são aqueles tipinhos levemente patéticos que representamos e com quem nos encontramos todos os dias - e, graças a isso, naturalmente simpáticos e adoráveis. Lorre fez “Two and a Half Men”, que confesso não ter assistido a uma quantidade suficiente de episódios para comentar (mas de que ouvi falar muito bem) e pelo meu predileto: The Big Bang Theory.

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Carreira, Criatividade

Dois novos artigos,
alguns textos antigos
e coisas que pouco mudam

Harajuku

No ar mais dois artigos escritos para a Webdesign: Tecnoluxúria faz considerações sobre o que tanto procuramos ao adquirir produtos de design e tecnologia e  Design digital e o mundo elástico analisa o desconforto causado pelo excesso de velocidade e as deformidades que esse processo gera no ambiente. Gostei de escrevê-los, espero que você goste de lê-los.

A propósito, aproveitei para mudar os links das páginas de artigos da Webdesign de suas datas para seus títulos. Vale ler alguns, se você estiver de bobeira. No processo acabei por reler alguns e perceber como estava errado, ao mesmo tempo que me supreendia por ter acertado tanto em outros. Como dizia Charles Dickens, “é o melhor dos tempos, é o pior dos tempos“.

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Criatividade, Design

Trajano foi ao cinema
(e ainda não voltou)

Entre todas as ocupações que um designer pode ter, poucas fascinam mais que os cartazes de cinema. Existem coisas muito mais esquisitas, como projetar parafusos e bules de chá e outras que, de tão nerds, até chamam a atenção, como desenhar cenários para videogames ou ambientes de imersão. Mas Cinema é cinema, e o cartaz de cinema, por toda a liberdade temática que oferece, está entre as coisas mais criativas que um designer gráfico pode fazer.

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