TENDÊNCIA Nº 1: ACOMPANHAMENTO.

Não repare, mas acho que tem alguém te seguindo.
Terça-feira às 7:15 da manhã e estou perto do Conjunto Nacional tomando um café. Enquanto espero um amigo para uma reunião, checo no Foursquare se há algo interessante por perto. Dicas de estranhos me levam a um lugar bacana que não passaria pela minha cabeça. Meu primeiro check-in do dia em um local inédito me rende uns 6 pontos e me garante a 12ª posição no ranking dos meus amigos. Ao considerar que a classificação é semanal e começou ontem – e que o GPS do iPhone é bem coxinha e só funciona quando bem entende – não é nada mau.

Minha posição fica ainda melhor quando levo em conta que não sou exatamente uma pessoa noturna ou de baladas nem considero minha casa ou ambiente de trabalho baladas públicas e abertas. Por esse motivo elas não estão registradas e não passaria pela minha cabeça fazer check-in nelas. É meio chato saber que estou perto da casa da Jô, do Moa, da Cris, da Pá, do Luca, da Vovó, da BatCaverna, do ninho da Dani e do Tata ou chez Marie – e que nenhum desses é um ponto comercial. Ou que estou perto de alguma firma em que não posso entrar para provar um cafezinho requentado com pão de queijo frio e borrachoso. Ou, pior ainda, que o trânsito é tão ruim em SP que há até quem o considera um lugar.
Se você não sabe (ainda), o FourSquare é uma rede social determinada pela geolocalização. Como o Twitter ou o Facebook, ele não é o único em sua categoria, mas aquele que “pegou”. Muito antes dele, serviços como o WhosHere e o Gowalla já tinham proposto redes baseadas em smartphones com GPS. O modus operandi não poderia ser mais simples: seus usuários cadastrados “batem ponto” (você não leu errado, essa é a melhor tradução que achei para o termo check-in) nos lugares que visitam. Com isso, podem ser encontrados por seus amigos e dar dicas de coisas a fazer, comer ou visitar na região. Foi assim que soube do lugar para tomar café e encontrei um amigo em uma livraria. Por mais útil que seja o serviço, não dá para evitar a sensação estranha de excesso de transparência e de um Big Brother pessoal e portátil. Como no Twitter, as personalidades estão cada vez mais públicas. Goste ou não delas, é impossível ignorá-las. Em uma conversa com o Wall Stret Journal, o CEO do FourSquare prevê que seu serviço atingirá a impressionante marca de um milhão de usuários em pouco mais do que um ano, metade do tempo levado pelo Twitter para atingir a mesma posição.

Como bem o sabemos, o usuário não é santo. Muito pelo contrário, ele costuma ser pragmático e bastante mimado. Como uma rede dessas depende de uma colaboração intensa, não se pode montá-la como os YouTubes e Flickers e Wikipedias da vida, em que os usuários que alimentam o conteúdo correspondem a menos de 1% do total. Nada disso, se há um modelo de sucesso, ele está no pseudo-exibicionismo das redes sociais, associado a alguma grandeza que possa ser medida e comparada. O sucesso de scripts que aumentam artificialmente o seu número de seguidores no Twitter é a prova de que o comportamento de meninos de 12 anos comparando o tamanho de suas ferramentas parece estar em alta hoje em dia.
Acredito que a classificação do Foursquare seja tanto positivo (ao estimular as pessoas a cadastrar e avaliar locais nele) quanto negativo (por levar a uma competição desenfreada e meio sem sentido, o que faz muita gente cadastrar lugares sem nenhuma intenção de compartilhar dicas ou trocar idéias). O meio é novo, as ações ainda estão sendo aprendidas. Tem gente que acha que deve tuitar ali, dizendo que tomou uma água depois de muito caminhar. É preciso ter paciência. Comunidades são como fornos auto-limpantes. Suas melhores práticas surgem com o tempo e o uso. Alguns nichos se desenvolvem, outros desaparecem espontaneamente, o grupo decide. Só nos resta esperar que sobrevivam as melhores intenções.
O melhor manual de instruções para mídias sociais é a boa e velha noção. Como em qualquer lugar público, conta mais o que é de “bom tom” ser feito do que é possível fazer. Implícitos ou explícitos, os códigos de conduta, de vestimenta, de atitude e de vocabulário estão presentes sempre que houver mais do que uma pessoa no ambiente, mesmo que não estejam fisicamente no mesmo ambiente. A diferença entre os comportamentos público e privado costuma residir nas variações desses códigos. De perto ninguém é normal, como provam as tirinhas fora de contexto do genial Porra, Mauricio!

“Um dia eu vou estar à toa e você vai estar na mira, tralalalá…”
Tenho cerca de 300 amigos no FourSquare. A maioria deles, como é típico, não conheço. Mas isso não me incomoda. Confesso ser péssimo fisionomista, horrível com nomes e as aulas, workshops, palestras, seminários e mesas redondas públicas a que compareço não facilitam a situação. Já que filtrar é difícil, coloco todos para dentro sem muito critério. Me poupa saias justas. Deixo de fora, por motivos óbvios, as pessoas jurídicas e os fulanos que se cadastram sem sobrenome.
Alguns amigos (presenciais) me perguntam se não temo por segurança ou invasão de privacidade. Honestamente, não. Acho improvável que algum fanboy da revista Veja, do Silverlaite da Microsofte, de Pajeros ou Corollas ou Civics ou até mesmo algum copião do meu site resolva me atacar pelas costas com um bastão de baseball no meio da rua, sigo tranqüilo até que algo me prove errado. Os encontros inesperados e as dicas que tenho recebido, pelo contrário, têm sido bem agradáveis.
Uma época de superdosagem de informação e de inovação tem, naturalmente, lados bons e ruins. Os buffets tecnológicos servidos, cada vez mais variados e baratos, demandam seleção. A melhor arma contra a intoxicação e a obesidade sempre foram a educação e a formação de critério. Antes de abraçar, condenar ou imaginar aplicações para cada novo produto ou serviço oferecido é preciso examiná-lo com isenção. Nas palavras do sempre atual tio McLuhan, “é preciso entender o que está acontecendo antes de julgar se é bom ou ruim”.
Nas novas comunidades de geolocalização, o que importa é aonde você está, e quando. Se me permitem o neologismo, o maior valor delas é o “quonde” você está – é exatamente por esse motivo que estar em sua casa ou trabalho tem o mesmo valor de escovar os dentes ou dormir via Twiter, ou seja, nenhum. É irrelevante e banal. A pergunta que se deve responder cada vez que se “bate ponto” no FourSquare e congêneres é:
QUONDE VOCÊ ESTÁ?
Da mesma forma que o Twitter apela para os generativos e mostra que o que se faz é muito, muito mais importante do que o que se tem, essas comunidades dão um passo além ao mostrar que o local freqüentado em determinados dias e horas é o que realmente importa. Já foi mais fácil ser bacana, só demandava dinheiro. Hoje é preciso ter acesso a uma quantidade (e qualidade) de informação que não se vende e cujo valor é incalculável.
É claro que isso pode causar problemas:
Do ponto de vista de segurança, essa exposição toda chega até a ser perigosa. Que eu saiba, o problema dos seqüestros-relâmpago ainda não acabou e um pequeno garimpo em redes sociais pode dizer muito a respeito de contas bancárias. Ainda não há massa crítica nem inteligência para se temer ou elogiar o serviço, mas cautela e caldo de galinha…
Leo, sua história é inspiradora. Vale um parabéns e um alerta: achar seu celular pode ser muito bacana. Ser encontrado por causa dele talvez não seja tão legal.
Se você me conhece há algum tempo sabe bem que não engrossarei o coro dos paranóicos desesperados em defender a privacidade do modo de vida sem graça que levam, como se alguém estivesse realmente interessado – se é verdade que qualquer um pode falar em mídias sociais, é também verdade que poucos merecem ser ouvidos – quando será que esses caras vão entender que a participação não é compulsória?
Também não será de mim que você vai ouvir (e, tenha certeza, você vai ouvir muito) que esse tipo de “mau hábito” dos “jovens que não têm mais o que fazer” aumentará ainda mais a alienação das pessoas ao estimular a formação de uma tropa de zumbis com GPS. Cada vez que alguém faz uma burrada esses reaças A-DO-RAM resmungar “eu não disse”? Tsk, tsk, tsk… ainda bem que são cada vez menos os que os levam a sério, senão acharíamos os disquetes e aparelhos de FAX inovações demoníacas.
Minha opinião é que esse serviço terá o efeito diametralmente oposto: a preocupação crescente com a localização das pessoas no espaço e tempo permitirá uma maior observação do ambiente em que se vive – e sua consequente valorização. Quem olha para a redondeza interage com buracos, desníveis, sujeiras – e busca eliminar essas inconveniências. É a idéia do OpenStreetMap aplicada a uma humanidade mais egocêntrica. Os fins, pelo menos dessa vez, mais do que justificam os meios:
Acredito que a web tenha sido, sob esse aspecto, uma tecnologia de fronteira. À medida que conectava seus usuários nas salas de chat, fóruns, blogs, comunicadores instantâneos e todas as mídias sociais, ela também os isolava do mundo, prendendo-os a seus computadores e monitores. Como um “automóvel” digital ela aproximava as pessoas, mantendo-as, ao mesmo tempo, separadas, enclausuradas. As mudanças mais recentes transformaram a relação: a Internet móvel rompe a clausura, as comunidades geolocalizadas integram o digital a seu suporte físico e levam as cidades para dentro dos mapas cognitivos das pessoas.
Essa valorização dos espaços públicos pode promover um círculo virtuoso de conseqüências admiráveis, já que recupera o ambiente que deveria ser de todos e que acabou se tornando terra de ninguém. Para imaginar um exemplo da diferença entre esses dois tipos de ambientes, compare uma praia urbana, feito Ipanema no Rio, a uma via (que deveria ser) expressa, como a Marginal Tietê em São Paulo. Enquanto jogar uma bituca de cigarro em Ipanema é quase considerado um crime inafiançável, atirar um botijão de gás pela janela de um caminhão em movimento na marginal quase parece normal. Ipanema pertence a todos, que passam por ali a pé e conversam com o espaço em três dimensões. A marginal é só um condutor das bolhas que se formam em cada carro, que parecem não pertencer a este mundo – e interagem com um ambiente bidimensional e monocromático dos vidros com InsulFilm que não gostam dali, estão só de passagem. Sob esse ponto de vista fica mais fácil entender (eu disse entender, não aceitar) a selvageria cometida contra pedestres, motociclistas, ciclistas e outros veículos.
A comparação entre cidades como Los Angeles e Amsterdã é quase inevitável. Mas existe um exemplo bem mais próximo, em todos os sentidos: Bogotá, quem diria, mostra um belo exemplo do que pode acontecer quando o espaço público é retomado. O mais importante é que a ideia não tem dono: é inspirada em Curitiba na moral, ninguém pensa em royalties e todos vivem melhor. Parece videogame Open Source de simulação, mas é política pública.
A vida não é um filme nem daria uma novela. Mas a cada dia que esses chavões se tornam desatualizados ela fica mais parecida com um massivo multiplayer em um metaverso, o que não deixa de ser intrigante.
Eu ainda ia falar da geolocalização em serviços, mas isso é razoavelmente óbvio e este post já se alongou demais. Perdão pela verborragia, quando vejo que este post tem quase 12 000 caracteres eu entendo porque não posto com maior freqüência. Obrigado por compreender.


caro Luli,
Adoro inovações, mas me preocupa eu pegar meu celular com GPS e andando pelo Rio de janeiro ou Sampa, achar uma indicação que me leva a uma “biboca” onde alguns ‘elementos” que plantaram a tal indicação do local…me aguardam ansiosos para ver o resultado desta rede social (amiga do alheio) e me aliviar de algum peso extra…como o meu próprio celular com GPS…
Se sair vivo..será uma sorte incrível…
Você há de concordar que certas inovações só para o primeiríssimo mundo não acha?
abração
Não concordo com você, Ricardo. Acho que as inovações amplificam os ambientes em que são aplicadas e seu saldo costuma ser positivo. Para cada roubada como a que você descreveu, várias coisas boas podem acontecer. Ambientes mais hostis demandam comportamentos mais cautelosos, mas acreditar que “uma inovação não foi feita para este país” é de um sentimento de derrota prévia com que não posso compactuar.
Luli, parabéns pelo excelente post.
Da mesma forma que temos que ficar atentos quando “tomamos”um táxi e ele caminha por ruas suspeitas e locais ermos, devemos ter com as indicações do foursquare. Quando vou para alguma cidade ou local desconhecido, procuro obter informações e referências, sempre que possível, evidentemente. Interessante tbém a possibilidade do construtivismo coletivo, o qual sou fã de carteirinha.
Abçs.
Apenas para complementar, o fato de bater ponto em casa ou no local de trabalho, em inglês, se chama “gaming the system” – qualquer semelhança com desobediência civil não é mera coincidência – e normalmente é resolvido através do próprio eco-sistema do jogo. No caso de comunidades como foursquare ou gowalla, normalmente os outros usuários podem etiquetar o lugar como fechado ou não público e quando um número razoável de usuários o fizer, o tal lugar é removido ou ao menos “investigado”.
Luli, e o mais bacana dessas novas ferramentas é o uso não previsto para elas. Acabo de fazer uma pesquisa com engenheiros que usam o Twitter e incríveis 13% usam para gerenciar equipes de trabalho. Exemplo: chegou o carregamento de azulejo. A informação é distribuída instantaneamente entre os integrantes da equipe da obra. Eles juram que aumenta a eficiência. Quem diria..até politécnicos de 86 usando twitter.
Grande Abraço
Ramiro
PS Quero o prefácio p. o livro/pesquisa
O Foursquare funciona muito bem como um filtro, baseado em pessoas (nos checkins delas), para informações a respeito de lugares em geral. Nós poderíamos procurar no Google por lugares interessantes próximos de onde estivermos, mas provavelmente esta não será uma maneira muito eficaz.
Com o tanto de informações que temos disponíveis hoje em dia os filtros da Internet são serviços importantes para extrair sinal no meio de tanto ruído, ou seja, para extrair informações relevante no meio de tantas outras que podem não valer a pena.
Luli, muito bom o texto. A geolocalização ja vinha me intrigando a um tempo, mas não tão amplamente, como pude notar com meu desconhecimento sobre outras formas de geolocalização além do foursquare.
O 4Sq tem um que de ajuda que vai muito além de eventuais problemas de privacidade, como vc bem colocou. Lugares para ir, restaurantes, cafeterias, barzinhos, são mais facilmente encontrados e resenhados pelos próprios usuários que, em muitos casos, são pessoas com gostos semelhantes aos nossos. Sai-se, e isso é louvável, da rédea das avaliações críticas de Sommeliers, Críticos Culinários e outra sorte de “profissionais” cujas avaliações podem até ser muito úteis, porém não contemplam a grande demanda de informação que hoje se requer. Quantas vezes procura-se uma resenha sobre um novo restaurante vegetariano no bairro X e não se encontra nada a respeito? Ao meu ver, talvez seja este apenas UM DOS pontos positivo do 4Sq. E não somente o usuário ganha: o local bem avaliado pelos usuários ganha em uma “publicidade positiva” pela qual ele não solicitou e o boca-a-boca ganha um novo patamar :)
O Setor de Serviços tem tentado se adaptar nessa nova onda de informação rápida, ampla e irrestrita, mas ainda está engatinhando ao meu ver. Antes, uma loja com site era bom, com Wi-Fi no local era luxo e com e-commerce era surreal, hoje, isso é básico. Os usuários destes locais são o público das mídias sociais e se o local quer ser visto além do plano do real, ele precisa dar as ferramentas para tal. A divulgação na rede deve forçar o estabelecimento a ser cada vez melhor, pois o boca a boca agora deixa uma marquinha num mapa de GPS para check-in e lá fica. Essas pessoas comuns estão forçando o comércio para uma mudança de paradigma.
E, como um geógrafo em formação, não deixo de pensar na parte da GEOlocalização. As ferramentas de geolocalização, hoje, estão cada vez mais repletas de recursos, e eu acredito que os recursos sociais são os que mais fazem sucesso pela tentativa de ultrapassar um pouco a barreira do solitarismo internético, onde o 4Sq é um passo importante. Acredito que a Sociogeolocalização ainda tem a oferecer mais que somente uma avaliação de uma loja X, restaurante Y. Com perspicácia, as redes de convergência entre gostos podem ser medidas e ter-se um mapa de uso de locais, bairros e áreas comuns, quem sabe (num sonho…) para serem usadas por políticas públicas mais inteligentes e voltadas à demanda real, não a especulativa, sobre áreas e serviços.
Mas isso, Mestre Luli, já é divagação minha.
Adorei o texto, by the way. Me colocou ?’s na cabeça.
Abraços!
Muito bom post, Luli. Concordo com você, principalmente, no no tal quesito “segurança”. Já fui questionada em outros blogs por citar onde estava. Um leitor chegou a dizer que podia roubar o local onde eu me encontrava. Questionei-lhe afirmando que podia ou não estar nesse local. Penso (um chute, apenas) que parte dessa paranoia sobre segurança esteja atrelada a quem desenvolve sistemas. Dizer onde estou não quer dizer que posso ser invadida. Quanto ao filtro, também concordo exatamente por se tratar de uma ferramenta nova. O que mais me chama a atenção por ora é o marketing que se faz em torno dela. Os publicitários de plantão, das agências online, principalmente (nada contra, entendido!) já tomaram conta do 4sq, “competindo” para aumentar sua pontuação e “vender” o serviço à clientela interessada, mostrando seu poder de fogo semana a semana. Ok, faz parte do negócio. Por ora prefiro ler dicas que possam me acrescentar algo. Estive em uma casinha minúscula que vende comida mexicana. Postei porque gostei e dei meu pitaco. Por amarrar meu comentário ao Facebook, uma amiga virtual perguntou se realmente valia a pena. Confirmei. Abraços da rua Cayowaa
Luli
Mais uma vez, parabéns pelo post
Porém, é uma pena que assim como ter um automóvel na cidade do congestionamento (Não poderia ser outra além de São Paulo)trazendo custos altíssimos para manter a jabiraca parada na garagem, a tecnologia 3G passa BEM longe do jovem recém-formado e recém-ferrado no mercado de trabalho. As pessoas que mais poderiam fazer uso e trazer 10 vezes mais avanços nas tecnologias móveis infelizmente tem uma barreira bem maior ($$$) que a vontade de usar a tecnologia.
Acho muito interessante toda essa inovação e mobilidade mas a maior parte desta tecnologia está com quem não sabe fazer uso dela. Quantas pessoas eu conheço (uns 80%) que têm o “maravilhoso” Iphone e pagam um salário mínimo por mês de conta de celular e usam o dito cujo pra ver e-mail?!
Inclusão móvel é um tema bem interessante! Eu por exemplo só poderia ter um IPhone se desse para usá-lo com meus 16 reais de crédito q abasteço meu singelo NOKIA…
Parabéns pelo texto… Poderia replica-lo no meu blog?! Vou linkar é claro…
Ramon, não. Você não pode, em hipótese alguma, REPLICAR este texto em seu blog. O que você pode fazer é citá-lo, usando um trecho de, no máximo, 500 caracteres (com espaços) e redirecionar o leitor para cá. Não tenho banners, me reservo o direito de impedir a prática do copy-paste descarado. Dê uma olhada neste link para saber mais.
Luli, o capitalismo está te corrompendo!
Cadê os textos novos?
Parabéns pelo artigo!!! Ótima explanação.
Primeiramente, parabéns pelo texto.
Em relação a segurança (da pessoa física e não da informação) devo dizer que vale a boa e velha malandragem que foi perdida, por ser irrelevante, a partir do momento que entramos na ‘bolha’ e que deve ser reconsiderada quando se fala em internet movel, GPS e o tal do ‘quonde’ (muito bem sacado diga-se de passagem). Afinal, Geeks também andam na rua.
Eu não tenho Foursquare, mas uso o Google Places e acho legal pra caramba, menos invasivo e mais útil (para mim, lógico).
Depois de assistir a tua palestra na Muvuca na Cumbuca em Belém e após ler alguns posts teus, em especial esse sobre o Foursquare, pois trata-se de um dos assuntos tema do meu tcc (Mobile Marketing e o Comércio Digital) tornaste umas das referência para o meu trabalho. Parabéns pelo Blog e fico feliz em saber que pessoas como você “abarrotadas” de conhecimento passam pela minha cidade. Parabéns e estarei aqui lendo.