Cultura Digital, Design, Inovação

Sedução, interpretação
e tecnologias

Maratona

Com a correria de final de ano acabei me esquecendo de postar aqui alguns artigos escritos para a Revista Webdesign que, com mais de seis meses de idade cada, já venceram a quarentena. Inundo vocês, então, com três textos – que, na falta de um especial adequado analisando a mudança do cenário neste ano (incluindo o novo hábito de transmitir tudo “ao vivo”) pelo menos compensam a morosidade deste blog com muita coisa para ler – e, com sorte, talvez até uma ou outra coisa para se pensar.

São eles:

Foi bom pra você também, meu bem? (Abril) - por mais que todo mundo procure satisfação, a sensação que se tem quando ela é atingida não parece compensar o esforço. Já com sedução a história é completamente diferente, e parece nunca ter fim. Sedução e satisfação se complementam e são interdependentes.

Rosetta

Ver é Interpretar (Maio) - Os objetos e situações demandam uma interpretação subjetiva que, por mais trabalhosa que seja, costuma levar a uma maior compreensão e preparação para o ambiente que nos cerca. O processo de se ver e prestar atenção estabelece o lugar do leitor com relação ao mundo que o cerca. O conhecimento nunca se encaixa perfeitamente na visão.

Disco

Sobre papel, discos de vinil e outras tecnologias avançadas (Junho) - Este é o meu predileto. Mostra como não se deve abraçar uma nova tecnologia antes de se examinar cuidadosamente se as que a antecederam foram completamente superadas.

Boa leitura.

desça a lenha:

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