Fui convidado pelo Instituto Vivo para participar do Seminário A Sociedade em Rede e a Educação, com a presença dos geniais Augusto de Franco e José Pacheco. Os caras são uns gigantes. Meu pai é que tinha que estar neste debate, não eu. De qualquer forma, fiz o melhor possível. A mediação do querido Marcelo Tas tornou a participação mais fácil. O evento foi transmitido via Streaming do Qik, que, todos sabemos, não é grande coisa. Mas me prometeram uma versão de melhor qualidade brevemente. Por enquanto posto aqui este trecho, que depois comentarei:
O mais inusitado do evento foi ganhar cerca de 180 novos amigos no Twitter (acho “seguidores” uma coisa de seita, meio do mal).
O Twitter é lindo, como já disse neste post.
“(acho “seguidores” uma coisa de seita, meio do mal)”.
É verdade meu caro.
Uma boa oportunidade para psicopatas formarem uma nova família Manson.
Se forem apenas Orkuticídios e Twitticídios, excelente.
Luli (sem querer chover no molhado) mas você é uma das pessoas mais que certas aqui nas terras tupiniquins para falar de e sobre educação.
Estudante de História e webdesigner, não é fácil pensar e equilibrar dois mundos que para tantos são completamente diferentes. Principalmente no ponto onde eles se encontram: a formação educacional (nem toquei no assunto profissional, ok?!).
Indispensável não pensar em como a educação é defasada em relação a realidade e, em como isso nos afeta. Para muitos, o que não diz respeito (simplesmente) não interessa. Então porque pensar no processo educacional?
Você foi generoso: a compreensão de escola está muito aquém daquela do século XII. A valorização do profissional educador, do que é educação, do sentido de mudança que ela trás consigo ficaram lá na Grécia antiga (pra não dizer que nunca existiram de fato).
É uma bola de neve que não se pode achar o começo e não interessa se tem fim. Afinal, todo mundo se preocupa mais com os resultados seguros dos teóricos de orelha do que com o que está acontecendo e se precisamos mudar isso.
É uma pena. Eu sei.
O que conforta (mesmo sem consertar) é saber que existem possibilidades imensas dentro do próprio problema e a tecnologia é um exemplo. Usá-la para diminuir as distâncias e gerar mais solidez no processo educacional faz sim a diferença.
Chega, falei demais aqui.
Papo ótimo o seu, como sempre.
Bj,
nayarac.