Depois de sua repercussão inacreditável – quase cem mil downloads em menos de uma semana – e das intensas discussões que provocou, daria até para pensar que não há mais nada a falar a respeito. No entanto, acredito que alguns pontos mereçam esclarecimentos.
Quero começar pelos argumentos mais usados por quem tem aquela velha opinião formada sobre tudo e não está disposto a contribuir com o debate:
- que eu não tenho autoridade para expor o tema; e
- que o tema não tem conexão com a realidade brasileira.

O primeiro desses argumentos eu considero simplesmente estúpido – não por mim, mas pela idéia de “autoridade” em si, autoritária por definição. A sugestão que alguém precise “ser autorizado a” ou “ter o direito de” expor um novo conceito, tema, opinião ou tendência é servil e contraditória, típica de uma época em que o poder e a informação eram bens centralizados e controlados (para quem insiste no argumento recomendo a leitura de minha série “o fim da Idade Mídia“, publicada há alguns posts neste blog).
O que expus não foi uma metodologia ou recomendação – não pretendo estabelecer o Método Radfahrer, as idéias são públicas e podem, devem ser usadas por todos – mas uma amostragem da realidade.
Quem não gostou dos temas apresentados pode tampar os olhos e achar que é invisível. Ou por a culpa no colonialismo, ignorar o assunto e continuar a perpetuar um sistema arcaico e prejudicial àqueles que acredita educar, sei lá. Minha função foi simplesmente mostrar o que há de novo, e não acredito que seja necessária autoridade alguma sobre o assunto. Sou professor e pesquisador na área, mas isso não faz de mim nada especial.
Ninguém é especial. Nem a Helen Mirren ou a tia que ela representa.
O segundo argumento é ainda mais estúpido: sei que o sistema educacional brasileiro enfrenta sérios problemas. Até o sistema coreano enfrenta problemas. Mas isso não é desculpa para cruzar os braços e acatar a situação. O poder de influência de um professor é gigantesco e qualquer um pode fazer uma pequena diferença e mudar o futuro de um ser humano, pouco importa sua idade, formação ou renda. No fundo, é mais ou menos como jardinagem: se o ambiente for muito ruim, o pouco que se faz pode fazer a diferença. Sob esse aspecto, tanto as Conferências TED quanto a Casa do Zezinho são exemplos de ações locais com gigantesco poder de inspiração.
Minha palestra foi resultado de várias práticas que vi nas iniciativas digitais com que convivo diariamente no ambiente digital, e que podem ser facilmente transpostas para o “mundo lá fora”. A idéia de mashups, por exemplo, é razoavelmente antiga. A construção de conhecimento e experiência sempre se deu através de uma troca de idéias em que conceitos são recombinados, reestruturados e enriquecidos nesse processo.
O problema das aulas que “adestram” seus alunos é, sob esse aspecto, semelhante ao das revistas de celebridades, livros de auto-ajuda e programas de auditório em TV (boa parte do conteúdo da TV, aliás). Ao propor soluções fáceis, historinhas maniqueístas, piadas prontas, verdades indiscutíveis, sete hábitos e outras propostas tão genéricas quanto pretensamente infalíveis, esses produtos ignoram a riqueza da experiência de cada indivíduo e assim o corrompem com soluções fáceis, repetitivas e óbvias, que podem até servir de conforto para quem se sente coitadinho e não tem força para mudar a situação.
Tio Shakespeare já perguntava:
“O que é mais nobre para a mente:
sofrer as setas e lanças de um destino ultrajante
ou levantar os braços contra um mar de problemas
e, opondo-se a eles, vencê-los?”
Bons filmes, livros e músicas promovem em seus usuários um diálogo interno, em que muitos conceitos são redefinidos. Não acredito que tal processo possa acontecer sob a inspiração de uma Ivete Sangalo, mas posso estar enganado. De qualquer forma, o indivíduo que se recusar a participar de um diálogo desses tende a se tornar preconceituoso, apegado a seu mundinho e sem nenhuma intenção de mudá-lo. Assim ele acaba por se isolar em um mundo de absolutos e mistérios. Confortável, sem dúvida. Mas muito raso. As pessoas burras são mais felizes, afirma a sabedoria popular.
A propósito, o termo “recreação”, caso você não tenha parado para pensar a respeito, tem sua origem em “criar novamente”, em usar o tempo livre em atividades construtivas que promovam a evolução pessoal e, nesse processo, reciclem as idéias. RPGs e Videogames, sob certos aspectos, são extremamente recreativos. Já reality shows, programas de auditório, sitcoms e até o futebol de domingo podem ter o efeito oposto.
Novamente, nada é absoluto. Futebol pode ser um evento social da mesma forma que a prática de videogames pode ser doentia.
É para estimular esse diálogo que é importante o acesso ao conteúdo. Não há problema algum em deixar o aluno procurar o nome dos Faraós egípcios da XVIII dinastia ou dos afluentes do Amazonas no Google. Ele foi feito exatamente para isso.
O aluno tem é que saber diferenciar um Hopper de um Homer. Quanto mais acessar a rede, mais critério terá para avaliar suas fontes.


É a eterna questão do critério. Acredito sinceramente que um professor bem preparado conseguirá tirar de uma máquina velha e lerda muito mais do que o contrário. Mais banda sem treino só estimula a perpetuação de certos vícios. A quantidade de horas gastas em jogos de paciência, pornografia e papos vazios mostra o tamanho do desperdício mental no ambiente digital. Ele acontece em praticamente qualquer área.
O ensino até hoje é irregular e duvido que um dia deixe de sê-lo. Mas existem certas práticas que podem ajudar a melhorá-lo como um todo. A principal, na minha opinião, é uma reforma na função da escola.
Pouco importa o conteúdo ensinado ou o nível do aluno, ele precisa encarar sua escola não mais como uma fonte de informação ou centro de treinamento, mas como um ambiente que o ensina a questionar.
Mas – perguntaria você – o que há para se questionar em um curso técnico de Photoshop ou Excel? Muita coisa, ué. Pode-se começar por questionar pra que serve a ferramenta, quando deve ser usada, formas alternativas de se atingir um mesmo resultado, aplicações cotidianas e, sobretudo, como não ser enganado por ferramentas similares. Esse tipo de pergunta não torna o ensino elitista, mas duradouro. Ao estimular o pensamento ele ajuda a eliminar a preguiça e a estimular a discussão em todos os níveis e áreas.
Os caras do Mythbusters são professores, Carl Sagan também.
O professor não deve nem precisa competir com seus alunos, não sei de onde surgiu um pensamento tão torto. Em outras profissões nunca foi assim. O técnico de futebol não precisa jogar melhor do que ninguém, o maestro não precisa tocar instrumento algum, o treinador de academia para a terceira idade não precisa ter mais do que 25 anos.
É bom deixar claro que o problema não está só no professor, mas em um sistema viciado, baseado no controle e distribuição da informação. Sob esse aspecto os alunos também estão errados ao procurar um “mestre” que lhes dê respostas prontas. Ora, se os mestres tivessem receitas facilmente aplicáveis, eles as usariam para si e para os seus. E essas respostas, de simples que são, cairiam em domínio público. Como não caíram, eis outro bom motivo para abandonar as fórmulas mágicas de “auto-ajuda”.
Os alunos precisam entender que escolas não são centros de adestramento nem fábricas de certificados, muito pelo contrário. Sua função é mostrar a imensidão, beleza e complexidade do mundo. O professor não deve ser encarado como um sabe-tudo, mas como um guia.

É a mesma idéia de um bom livro, filme ou música. Quando terminados eles promovem um diálogo, uma expansão do universo conhecido. Gil, Caetano e Chico estimulam o pensamento com seus versos. Não se pode dizer o mesmo de “poeira, poeira, levantou poeira”. Nem de “O Segredo”.
Mas quem define o que é um bom livro em tempos de Paulo Coelho? Critério, oras. E critério é construído com amostragem e comparação. Em outras palavras, com educação.
As mídias sociais são o ambiente perfeito para a nova educação (e para sua prima mais pop, a Inovação). Ao permitir e estimular a troca de idéias, elas são as arenas onde poderão surgir novas formas de conhecimento com abrangência e extensão maiores do que os sonhos mais loucos.
Só depende de nós.
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Sensacional como sempre, Luli.
Incrível como tem gente que não aceita que pessoas “de fora” opinem. Não há nenhum bom motivo para que não possa opinar sobre o ensino brasileiro – não há nenhum bom motivo para que NINGUÉM não possa opinar sobre esse ou qualquer outro assunto. Se um mendigo, um pedinte forem capazes de formar um argumento plenamente coerente, porque não ouvi-los?
Mas isso serve apenas para mostrar que os pontos mostrados por você condizem com a realidade: o que importa é QUEM está falando, e não O QUÊ está sendo dito, prova maior de que falta o CRITÉRIO para sermos capazes de separar o joio do trigo sem sabermos da onde estes são provenientes.
É engraçado: o legal da internet é justamente que você pode ler/ouvir quem você quiser, e escolher quem você acha coerente e quem não, que argumentos são bons e quais não são – mas, novamente, a internet é só uma tecnologia – sem educação, as pessoas continuam agindo na internet como sempre agiram em seus outros meios sociais…
Peraí!
Como assim o Luli não tem autoridade para falar sobre o assunto?
Eu queria saber de onde as pessoas tiram essas coisas. =)
Parabéns Luli, não apenas pela palestra extremamente relevante, mas também por este artigo, que mais do que comentar, complementa o assunto!
[]’s
Cacilhas, La Batalema
http://montegasppa.blogspot.com/2008/12/descolagem.html
A palestra foi ótima. Foi praticamente um tapa na cara para que certas “autoridades no assunto” acordassem e percebessem que manter a mesma metodologia arcaica e esperar resultados diferentes é loucura!
Essas “autoridades no assunto” são as mesmas que recomendam aos seus filhos e/ou alunos que estudem bastante para poderem crescer e entrar numa boa “firma”, com estabilidade até se aposentar. Ou seja, ignoram a importância do estímulo ao questionamento.
Estão aí os políticos para mostrar como tirar proveito do explorar dos que não aprenderam a questionar.
Luli,
Assisti sua palestra online e talvez o desconforto para alguns, ou até mesmo muito é mesmo por causa da visão do professor que ensina, que despeja conteúdo esperando que isto vire conhecimento. Na verdade, o que precisamos são vozes como a tua, como o pessoal do TED talks. Podemos mudar, mas precisamos sair da zona de comforto, mudar paradigmas, entendermos mais o letramento digital e como ajudar a garotada de hoje a buscar a informação que precisam com olhar critico, sábio e criativo. A inovação surge quando deixamos a mente aberta para vermos o que nos cerca e remixarmos conceitos, idéias. Eu, como você, acredito que seja possível. Só depende de nós educadores nos livrarmos das amarras conceituais de autoridade, hierarquia. Precisamos ser mais horizontais e olharmos nossos alunos nos olhos e não no pedestal. Sou otimista e batalho para um presente mais trepidante para a garotada que me cerca.
E aí? Já fez o backup do que vc. anda criando na última semana?! Por isso que agora coloco meus docs mais importantes no google docs e minhas fotos todas no Flickr!
O caminho é esse realmente, mas gostaria de ressaltar a importância das relações interdisciplinares, pois ao tentar achar soluções sairemos de nossas searas e patinar não é permitido.
Eu mesmo expus em uma reunião a idéia de nós alunos sermos os próprios autores de nosso material didático que poderia ser todo ano continuado e complementado.
Um livro dirigido pelo professor e produzido por todos.
Ninguém se empolgou, vai ver porque nunca nenhum deles tenha escrito um livro…
No próximo ano, pode ter certeza que meus alunos, no mínimo, vão assistir ao vídeo.
Estou para ver além de meus sonhos, um ambiente de questionamento proposto como no filme “sociedade dos poetas mortos”
Talvez os novos sistemas mediados por computador que estão surgindo que estimulam um novo olhar sobre o real (ambientes sintéticos e 3d) permitam essa exploração.
Essa matéria passou em outubro/08, mas eu ainda nem tinha ouvido falar. Deveras interessante:
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM902513-7823-CARTEIRAS+DIGITAIS+CHEGAM+AO+INTERIOR+DE+SAO+PAULO,00.html
Sensacional… encorajador ao extremo. Uma aula como essa me faz uns 20 anos mais novo com aquela sensação maravilhosa da descoberta.
Logo eu que nunca fui bom aluno e achava que quando concluísse o segundo grau não precisaria mais me dedicar aos estudos.
A verdade é que nunca antes, tive tanta satisfação em estudar e me desenvolver assim, como posso dizer… de forma tão gratuita, por acreditar que pode ser diferente.
Esse aprendizado continuado me transformou numa pessoa extremamente otimista com esse futuro onipresente. Sinto que estou me preparando para colaborar com uma nova “cena” cultural, educacional, rompimentos e afins.
Tudo de bom!
Acho que aquele sentimento que eu tinha (o dissabor pelos estudos) é por que alguma coisa já estava errada. Se estava errada há 15, 20 anos atrás, imagine agora.
Nem podia imaginar que naquela época eu já estava intuindo a coisa certa, de que podia ser diferente.
Fico feliz por isso.
Abraços saudosos a todos.
Estou com vocês.
Não só em termos de educação, mas os próprios profissionais criaram uma aura em torno de sua experiência como sendo donos da verdade, excluindo desta forma qualquer opinião de outras pessoas, mesmo quando estas provam ser conhecedoras de certos temas. Você já deve ter passado por isso, uma amiga psicóloga ou um amigo engenheiro que quando te escuta falar sobre um assunto da área deles falam pra você: “- Cara, eu sou psicólogo/engenheiro, você quer saber mais do que eu?”.
E a resposta clara é: – SIM! Os 4 anos de faculdade não vão te levar a ser um expert no assunto durante os 50 anos seguintes em que você vai se matar de trabalhar. A própria experiência de trabalho vai te trazer muito pouco se você não souber o que rola de novo por aí…
Os educadores devem ensinar o aprender a aprender, e não conceitos fixos, verdades absolutas e coisas imutáveis. E o pior é que nós pesquisadores amadores de plantão nos tornamos o “chato” do grupo pois contestamos (pacificamente) tudo, temos sempre uma informação nova sobre várias áreas e não suportamos pessoas desatualizadas na sua própria área…
Quem está errado, nós ou eles? Devemos abraçar o certo e ignorar o duvidoso acreditando que existe apenas um caminho pra tudo? Será que eu devo ignorar a opinião do jardineiro, padeiro, arquiteto ou psicólogo no meu design só por que eles não estudaram arte? E mais, se eles leram algo a respeito, devo ignorar por que eles nunca estudaram design?
Os educadores devem transformar a mente dos jovens para abraçar todas as fontes de informação por mais absurdas que sejam permitindo a eles registrar, pensar, comparar, concluir e evoluir. A palavra certa é essa, evolução. É por isso que muitos profissionais procuram o serviço público, afinal você não quer um emprego garantido pra vida toda onde você não precisa se atualizar todos os dias?
Me deixa triste ver os estudantes saindo da faculdade esperando um grande concurso público que vai resolver suas vidas ou reclamando que ainda têm que se atualizar depois do término do curso (ou dando graças a Deus por ter parado de estudar)… É como o Luli falou, ensina-se hoje a perda e não os ganhos (relação do perde-perde), como se o grande monstro do novo mundo fosse algo com o qual podemos sobreviver SEM…
Aprender a aprender, essa é a regra. Informação nunca é demais e o critério faz toda a diferença… (e a humildade para ouvir os outros faz mais ainda). Ninguém é dono da verdade na “Idade Mídia”.
Não vou me prolongar. Não sou pedagogo, professor, educador e muito menos autoridade (pelo menos não no sentido clássico). Gostei do post que respondeu algumas críticas e principalmente tocou nos pontos altos da palestra que vou divulgar com muita FORÇA até o fim dos meus dias hehehe.
Autoridade não está na experiência cega ou no estudo fechado assim como a realidade brasileira não é escrita em pedra e nem imutável por pior que seja. Essas críticas são de quem tem simplesmente medo de questionar as velhas “paradinhas” e tentar novas abordagens.
Parabéns, ótimo texto para dar continuidade a sua ótima palestra.
Luli,
conheci você na palestra que você realizou na Tecnologia do Banco do Brasil. Eu trabalhei com a Raquel na organização da jornada e, confesso, nunca tinha ouvido falar de você, mas como o tema era inovação, fui verificar.
Sua palestra foi excelente e muitos dos meus colegas a elogiaram e sentiram pena daqueles que não foram. Alguns até a classificaram com a melhor da jornada.
Quanto ao assunto do post e a respectiva palestra, concordo com você em genero, número e grau. Mais ainda, eu transferiria essa avaliação que você fez dos professores, quanto a serem controladores, para os chamados gestores das empresas, gente que ainda pensa que está competindo com seus colaboradores e não enxergam que precisam atuar mais como facilitadores da criatividade e inovação nas equipes.
No meu blog (www.marcelao.wordpress.com) trato de vários assuntos relacionados a inovação, empreendedorismo corporativo e gestão de projetos. Acho que nossas visões de mundo estão bastante conectadas. Dê uma verificada. Não é propaganda gratuita do blog.
No mais, vamos trocar idéias.
Um abraço,
Marcelo de Souza Bastos, PMP
Brasília DF
P.S : Onde posso fazer o download dessa palestra? não encontrei no seu site o link, ok?
Luli, na verdade faltam mais professores com essa visão.
O aluno de hoje tem que ser instigado a pensar.. nada de tudo mastigadinho.
Eu que fiz Letras antes de RP, aprendi isso com meu professor de Latim. Na verdade, confirmei.. pois sempre tive uma curiosidade profissional. Desde os 10 que vivia em biblioteca lendo sobre tudo.
Parabéns, que vc leve essas palestras para mais lugares ainda.
Mexer com o que está acomodado, sempre incomoda os preguiçosos e de pouca visão.
Abraços e feliz natal.. um 2009 com todas as realizações.
Cara,
Seria fantástico ter estado em uma sala de aula aprendendo a aprender. Certamente não fui conduzido por guias, meus bons professores apenas se fizeram entender, fora pequenas exceções, no geral não me senti estimulado em sala. Obtenho grande parte de meu conhecimento por intermédio da diversidade profissional, da necessidade ou pelo querer.
Sinto-me parte dos que buscam informação sob demanda, dos que sentem necessidade de saber, seja sobre a história hilária do repórter amador que filmou o big bang em um sonho lúcido, ou da busca por informações pertinentes sabendo no que acreditar. O que não dá para acreditar, é na exclusão digital em qualquer metodologia de ensino, seja ela qual for. Mas é totalmente possível acreditar que o aluno pode sair de sala com o sangue borbulhando.
A cabeça ta formigando. Entre assistir o vídeo de sua apresentação no Descolagem e ler alguns tópicos, se passaram 3 horas que certamente me farão pensar por pelo 3 dias ou mais.
Obrigado pela contribuição no saber estimular.
Certamente estudar a monocotiledônea é mais importante que estudar Access.
Abs.
Olá Luli,
assisti o vídeo da palestra e gostei. Está reproduzido no site da Escola-de-Redes (http://escoladeredes.ning.com). Acho que você gostará de dar uma olhada no seguinte texto:
http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/uma-escola-de-autodidatismo