<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Tempos de latência</title>
	<atom:link href="http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/</link>
	<description>Considerações sobre design de interfaces e criatividade digital.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 13 Mar 2010 17:40:20 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>By: Interfaces prestativas - ajustes &#124; LULI RADFAHRER</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1714</link>
		<dc:creator>Interfaces prestativas - ajustes &#124; LULI RADFAHRER</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 12:55:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1714</guid>
		<description>[...] a relação que um aplicativo faz com seus usuários (falo mais sobre isso no post sobre tempos de latência), uma interface elegante e prestativa usa bem as margens e rodapé para dar uma série de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a relação que um aplicativo faz com seus usuários (falo mais sobre isso no post sobre tempos de latência), uma interface elegante e prestativa usa bem as margens e rodapé para dar uma série de [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: R.Seiji &#187; links for 2008-05-18</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1530</link>
		<dc:creator>R.Seiji &#187; links for 2008-05-18</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2008 21:38:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1530</guid>
		<description>[...] Tempos de latência &#124; LULI RADFAHRER The waiting time for digital systems and it&#8217;s effects over the user. (tags: ixd:article) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Tempos de latência | LULI RADFAHRER The waiting time for digital systems and it&#8217;s effects over the user. (tags: ixd:article) [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: rascunho &#187; Blog Archive &#187; links for 2008-04-29</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1473</link>
		<dc:creator>rascunho &#187; Blog Archive &#187; links for 2008-04-29</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 20:42:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1473</guid>
		<description>[...] Tempos de latência &#124; LULI RADFAHRER Poucas coisas são mais desesperadoras em uma conversa que uma pausa demorada. (tags: www.luli.com.br 2008 mes3 dia29 at_tecp interface usability blog_post tempo latência) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Tempos de latência | LULI RADFAHRER Poucas coisas são mais desesperadoras em uma conversa que uma pausa demorada. (tags: <a href="http://www.luli.com.br" rel="nofollow">http://www.luli.com.br</a> 2008 mes3 dia29 at_tecp interface usability blog_post tempo latência) [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Davi Lima</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1472</link>
		<dc:creator>Davi Lima</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 19:59:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1472</guid>
		<description>Vendo uma barrinha de loading outro dia, pensei que uma coisa muito chata dela, ícone máximo da latência, era que a porcentagem carregava aos pulos, ou seja, te assustando, imperiodicamente. Daí é claro deriva muito da estética de ritmos quebrados da música eletrônica, mas a falta de harmonia desse movimento geralmente não é planejada e assim irrita. Prefiro quando dão mais atenção a essa subestimada fase da experiência de hoje em dia como vi uma vez um joguinho de &quot;bananacom&quot; enquanto vc esperava. Ou narrativas, tipo fotonovelas. Isso demonstra um cuidado maior, um &quot;agrado&quot; ao &quot;usuário&quot;.

Só discordo do Amstel que o recurso mais escasso é o tempo. A discussão sai da web aqui, mas só levanto a bola: tempo abunda, como sempre abundou, o que falta é atenção.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vendo uma barrinha de loading outro dia, pensei que uma coisa muito chata dela, ícone máximo da latência, era que a porcentagem carregava aos pulos, ou seja, te assustando, imperiodicamente. Daí é claro deriva muito da estética de ritmos quebrados da música eletrônica, mas a falta de harmonia desse movimento geralmente não é planejada e assim irrita. Prefiro quando dão mais atenção a essa subestimada fase da experiência de hoje em dia como vi uma vez um joguinho de &#8220;bananacom&#8221; enquanto vc esperava. Ou narrativas, tipo fotonovelas. Isso demonstra um cuidado maior, um &#8220;agrado&#8221; ao &#8220;usuário&#8221;.</p>
<p>Só discordo do Amstel que o recurso mais escasso é o tempo. A discussão sai da web aqui, mas só levanto a bola: tempo abunda, como sempre abundou, o que falta é atenção.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Frederick van Amstel</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1471</link>
		<dc:creator>Frederick van Amstel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 16:42:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1471</guid>
		<description>Pois é, o clips do word até que eu fiquei empolgado nas primeiras vezes que vi, mas depois ele me frustrou muito porque parecia mais útil do que realmente era... 

Aqui tem uma entrevista com o gerente do Office 2007 que resolveu matá-lo de vez:
http://www.appscout.com/2007/02/to_kill_a_paperclip.php

O livro da Turkle eu consegui uma edição portuguesa, mas é mais fácil pegar em inglês:
http://www.amazon.com/Second-Self-Computers-Twentieth-Anniversary/dp/0262701111/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1209486699&amp;sr=1-1

O livro da Clarice, apesar de ser brasileira, só se consegue lá fora:
http://www.amazon.com/Semiotic-Engineering-Human-Computer-Interaction-Technology/dp/0262042207/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1209486730&amp;sr=1-1

Entretanto aqui tem uma apostila que resume sua proposta de Engenharia Semiótica:
http://www.eesc.usp.br/nomads/tics_arq_urb/JAI_Apostila.pdf

A questão do tempo é umas das mais discutidas dentro do design de interação. Tem gente que chega a dizer que Design de Interação é o design do tempo e que, como o tempo é o recurso mais escasso no dias de hoje, então o papel do design de interação na sustentabilidade dos processos produtivos é muito maior do que parece. Um artigo que aborda a questão de uma forma consistente é do David Malouf:
http://www.boxesandarrows.com/view/foundations-of</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, o clips do word até que eu fiquei empolgado nas primeiras vezes que vi, mas depois ele me frustrou muito porque parecia mais útil do que realmente era&#8230; </p>
<p>Aqui tem uma entrevista com o gerente do Office 2007 que resolveu matá-lo de vez:<br />
<a href="http://www.appscout.com/2007/02/to_kill_a_paperclip.php" rel="nofollow">http://www.appscout.com/2007/02/to_kill_a_paperclip.php</a></p>
<p>O livro da Turkle eu consegui uma edição portuguesa, mas é mais fácil pegar em inglês:<br />
<a href="http://www.amazon.com/Second-Self-Computers-Twentieth-Anniversary/dp/0262701111/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1209486699&amp;sr=1-1" rel="nofollow">http://www.amazon.com/Second-Self-Computers-Twentieth-Anniversary/dp/0262701111/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1209486699&amp;sr=1-1</a></p>
<p>O livro da Clarice, apesar de ser brasileira, só se consegue lá fora:<br />
<a href="http://www.amazon.com/Semiotic-Engineering-Human-Computer-Interaction-Technology/dp/0262042207/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1209486730&amp;sr=1-1" rel="nofollow">http://www.amazon.com/Semiotic-Engineering-Human-Computer-Interaction-Technology/dp/0262042207/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;s=books&amp;qid=1209486730&amp;sr=1-1</a></p>
<p>Entretanto aqui tem uma apostila que resume sua proposta de Engenharia Semiótica:<br />
<a href="http://www.eesc.usp.br/nomads/tics_arq_urb/JAI_Apostila.pdf" rel="nofollow">http://www.eesc.usp.br/nomads/tics_arq_urb/JAI_Apostila.pdf</a></p>
<p>A questão do tempo é umas das mais discutidas dentro do design de interação. Tem gente que chega a dizer que Design de Interação é o design do tempo e que, como o tempo é o recurso mais escasso no dias de hoje, então o papel do design de interação na sustentabilidade dos processos produtivos é muito maior do que parece. Um artigo que aborda a questão de uma forma consistente é do David Malouf:<br />
<a href="http://www.boxesandarrows.com/view/foundations-of" rel="nofollow">http://www.boxesandarrows.com/view/foundations-of</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Radfahrer</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1470</link>
		<dc:creator>Radfahrer</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 15:31:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1470</guid>
		<description>Cuidado com a leitura religiosa de Nielsen, &lt;b&gt;Guilherme&lt;/b&gt;. Em pequenas doses ele pode ser iluminador; em grandes pode formar verdadeiras seitas. Eu me divirto em discordar dele, apesar de muito o que ele defenda me inspire.

&lt;b&gt;HitomiChan&lt;/b&gt;, acredito que o bom médico é aquele que te explica uma coisa complicada de um jeito simples. Você está tentendo me dizer que seu professor tem pouca usabilidade? &lt;b&gt;Vinicius&lt;/b&gt;, o &lt;b&gt;Amstel&lt;/b&gt; é um cultivador de bonsais de texto. O meu, a propósito, continua resistindo.

Por último, meu amigo &lt;b&gt;Amstel&lt;/b&gt;. Seus comentários são tão profundos e bem-fundamentados que sobra muito pouco para complementar. Gostaria, aliás, que você colocasse os links dos livros que cita em um próximo comentário.

Vou me concentrar na questão do hediondo clipe do Word, pois acredito que ela merece uma complementação. Os motivos que você levantou estão certíssimos, mas faltou um detalhe. As pesquisas mais recentes de experiência do usuário indicam que se deve planejar uma aplicação para aquele que tem um nível &quot;intermediário permanente&quot;. Ou seja, que não vê a hora de deixar de ser iniciante mas não vê necessidade em ser expert. As aplicações da Adobe seguem essa linha e mesmo na Microsoft, o Excel é um bom exemplo. 

Já o cãozinho do Windows e o Clipe do Word são desenhados para iniciantes. Assim que passamos dessa fase, eles se tornam irritantes desperdícios cognitivos.

O resto do que você disse não só procede como é excelente. Muito obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cuidado com a leitura religiosa de Nielsen, <b>Guilherme</b>. Em pequenas doses ele pode ser iluminador; em grandes pode formar verdadeiras seitas. Eu me divirto em discordar dele, apesar de muito o que ele defenda me inspire.</p>
<p><b>HitomiChan</b>, acredito que o bom médico é aquele que te explica uma coisa complicada de um jeito simples. Você está tentendo me dizer que seu professor tem pouca usabilidade? <b>Vinicius</b>, o <b>Amstel</b> é um cultivador de bonsais de texto. O meu, a propósito, continua resistindo.</p>
<p>Por último, meu amigo <b>Amstel</b>. Seus comentários são tão profundos e bem-fundamentados que sobra muito pouco para complementar. Gostaria, aliás, que você colocasse os links dos livros que cita em um próximo comentário.</p>
<p>Vou me concentrar na questão do hediondo clipe do Word, pois acredito que ela merece uma complementação. Os motivos que você levantou estão certíssimos, mas faltou um detalhe. As pesquisas mais recentes de experiência do usuário indicam que se deve planejar uma aplicação para aquele que tem um nível &#8220;intermediário permanente&#8221;. Ou seja, que não vê a hora de deixar de ser iniciante mas não vê necessidade em ser expert. As aplicações da Adobe seguem essa linha e mesmo na Microsoft, o Excel é um bom exemplo. </p>
<p>Já o cãozinho do Windows e o Clipe do Word são desenhados para iniciantes. Assim que passamos dessa fase, eles se tornam irritantes desperdícios cognitivos.</p>
<p>O resto do que você disse não só procede como é excelente. Muito obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Roberta Zouain</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1469</link>
		<dc:creator>Roberta Zouain</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 14:29:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1469</guid>
		<description>Engraçado vc postar isso hoje, ontem esbarrei num artigo sobre a psicologia das filas: http://davidmaister.com/articles/5/52/

Bjs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado vc postar isso hoje, ontem esbarrei num artigo sobre a psicologia das filas: <a href="http://davidmaister.com/articles/5/52/" rel="nofollow">http://davidmaister.com/articles/5/52/</a></p>
<p>Bjs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Vinicius Costa</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1468</link>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 13:47:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1468</guid>
		<description>Acho que só quem tem paciência para respostas demoradas é o pessoal que trabalha com 3D :P

E aí? O bonsai ainda tá vivo? hehehehe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que só quem tem paciência para respostas demoradas é o pessoal que trabalha com 3D :P</p>
<p>E aí? O bonsai ainda tá vivo? hehehehe</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: HitomiChan</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1467</link>
		<dc:creator>HitomiChan</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 13:32:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1467</guid>
		<description>Excelente! 
Ri demais com este post. Me vi diversas vezes nas suas tiradas... 

Além de engraçado, me fez perceber melhor o que estou estudando em Ergonomia na faculdade. Exemplos como este são mais simples de serem entendidos do que ouvir horas a fio um professor tentando falar difícil (apesar dele ser ótimo). 

Abraços
=)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente!<br />
Ri demais com este post. Me vi diversas vezes nas suas tiradas&#8230; </p>
<p>Além de engraçado, me fez perceber melhor o que estou estudando em Ergonomia na faculdade. Exemplos como este são mais simples de serem entendidos do que ouvir horas a fio um professor tentando falar difícil (apesar dele ser ótimo). </p>
<p>Abraços<br />
=)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Frederick van Amstel</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1465</link>
		<dc:creator>Frederick van Amstel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 01:56:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1465</guid>
		<description>Bom ver temas mais relacionados ao Design de Interação em seu blog, Luli!

Essa visão antropomórfica da interação humano-computador é o que originou aberrações como o assistente clips do Word. De fato, as pessoas agem frequentemente como se estivessem conversando com uma pessoa ao interagir com o computador, mas elas não estão  conversando com o computador e sim com um alter-ego projetado. No livro O Segundo Eu, a psicóloga Sherry Turkle explica isso de forma brilhante. O envolvimento emocional com as máquinas aumenta na medida em que ela se torna parte de nosso self, uma imagem operante de nossa organização psicofísica. 

Numa outra perspectiva, a linguista Clarice de Souza, da PUC-Rio, explica no livro The Semiotic Engineering que se trata de uma conversa do usuário com o criador humano das interfaces. Por mais que não estejam conscientes de que um programador fez a caixa de diálogo, as pessoas se apropriam dos signos da interface como se fossem expressões humanas, das quais podem ser inferidas intenções.

Eu já prefiro pensar mais em planos coletivos, sendo os signos relacionados não só a uma intencionalidade da criação humana, mas principalmente, ao uso cultural que se faz dele. Essa pausa que tanto nos incomoda nas conversas é um sinal de boa educação entre os chineses. Não sei se eles xingam o computador quando este fica lerdo, mas provavelmente devem o fazer em chinês, o que já é uma diferença, já que os palavrões lá são mais amenos (ou não - não entendo nada de chinês)... 

Esses números de perspectiva de espera são chutes astronômicos. Variam de cultura a cultura e de tempo em tempo. A tendência global é, entretanto, diminuir a expectativa de espera na medida em que diminui as esperas vivenciadas. Quando andava com um Pentium 200 eu era feliz, mas depois de pegar um P 1000 eu nunca mais consegui usar o 200. Ficava com dor de cabeça de tanta frustração...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom ver temas mais relacionados ao Design de Interação em seu blog, Luli!</p>
<p>Essa visão antropomórfica da interação humano-computador é o que originou aberrações como o assistente clips do Word. De fato, as pessoas agem frequentemente como se estivessem conversando com uma pessoa ao interagir com o computador, mas elas não estão  conversando com o computador e sim com um alter-ego projetado. No livro O Segundo Eu, a psicóloga Sherry Turkle explica isso de forma brilhante. O envolvimento emocional com as máquinas aumenta na medida em que ela se torna parte de nosso self, uma imagem operante de nossa organização psicofísica. </p>
<p>Numa outra perspectiva, a linguista Clarice de Souza, da PUC-Rio, explica no livro The Semiotic Engineering que se trata de uma conversa do usuário com o criador humano das interfaces. Por mais que não estejam conscientes de que um programador fez a caixa de diálogo, as pessoas se apropriam dos signos da interface como se fossem expressões humanas, das quais podem ser inferidas intenções.</p>
<p>Eu já prefiro pensar mais em planos coletivos, sendo os signos relacionados não só a uma intencionalidade da criação humana, mas principalmente, ao uso cultural que se faz dele. Essa pausa que tanto nos incomoda nas conversas é um sinal de boa educação entre os chineses. Não sei se eles xingam o computador quando este fica lerdo, mas provavelmente devem o fazer em chinês, o que já é uma diferença, já que os palavrões lá são mais amenos (ou não &#8211; não entendo nada de chinês)&#8230; </p>
<p>Esses números de perspectiva de espera são chutes astronômicos. Variam de cultura a cultura e de tempo em tempo. A tendência global é, entretanto, diminuir a expectativa de espera na medida em que diminui as esperas vivenciadas. Quando andava com um Pentium 200 eu era feliz, mas depois de pegar um P 1000 eu nunca mais consegui usar o 200. Ficava com dor de cabeça de tanta frustração&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Guilherme Nascimento Valadares</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2008/04/28/tempos-de-latencia/comment-page-1/#comment-1464</link>
		<dc:creator>Guilherme Nascimento Valadares</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 21:15:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.luli.com.br/?p=485#comment-1464</guid>
		<description>A discussão me lembrou os tempos quando lia o useit.com do Nielsen religiosamente.

Gostei de rever essa escala de tempo, me lembrou de acelerar o PapodeHomem, que anda muito lento pro meu gosto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A discussão me lembrou os tempos quando lia o useit.com do Nielsen religiosamente.</p>
<p>Gostei de rever essa escala de tempo, me lembrou de acelerar o PapodeHomem, que anda muito lento pro meu gosto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
