A cada instante surge uma nova agência digital full-service. Em todas as apresentações, o mesmo blablablá em que dizem “desenvolver estratégias interativas para impactar os novos usuários. A partir de um planejamento estratégico criativo, elas desenvolvemos soluções digitais para propagar marcas de forma viral usando ações de guerrilha e administração de CRM. Assim prometem aumentar as conversões de venda tanto online como offline”.
Em resumo, são empresas de n-business, que fazem qualquer negócio.
Esse movimento me lembra um artigo que escrevi em 2005. Ele faz parte dos textos que escrevi para a Jump Education, o próximo pacote de uns 20 artigos que vou colocar no ar.
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mkt é tudo! e quase nada tb, não?!
;-)
Você não acha possível existir uma agência full-service? Acho que muitas vendem o conceito mas não executam, mas se você souber o que está fazendo (de verdade) e possuir uma equipe que se identifique com o seu negócio (levar soluções para os clientes), acho possível. Os custos para manter uma estrutura dessas podem ser bem altos, caso você queira ir até o final de todas as linhas (produção do que for pensado, ter uma fábrica de softwares), mas será que não é possível criar uma estrutura macro que administre os trabalhos (e fornecedores)? No sentido literal da palavra, que agencie os jobs do cliente.
Eu acho possível, Bruno, mas complicado. E não vai ser um discurso pop que vai me convencer que o cara é bom. MAAAS se a equipe provar com base em bons exemplos, aí dou meu braço a torcer. De certa forma, isso é o que faz, no mundo offline, a Thimus.