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	<title>Comments on: A web 2.0 é só a crista da Tsunami &#8211; parte I</title>
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	<description>Considerações sobre design de interfaces e criatividade digital.</description>
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		<title>By: Radfahrer</title>
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		<dc:creator>Radfahrer</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 13:30:53 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, &lt;b&gt;Amstel&lt;/b&gt;, o trabalho do &lt;b&gt;Eric von Hippel&lt;/b&gt; é um bom exemplo que a inovação está em uma curva exponencial crescente. O problema é aquela questão que apresentei em um Intercon há três anos, e que, se não me engano, tinha você na platéia: o problema do fetiche de informação e do crescente anseio por dar ao usuário o que ele quer pode levar a uma situação em que, mimado, ele passa a reforçar seus próprios vícios e pára de aprender. Acredito que o risco continua presente.

&lt;b&gt;Adriel&lt;/b&gt;, a distinção entre o virtual, o digital e o remoto sempre foi uma preocupação em minha pesquisa. Os termos são muito diferentes, mas as pessoas teimam em confundi-los. Em uma transação bancária pela Internet usa-se uma máquina digital, para acessar remotamente uma agência virtual. Mas a transação e o dinheiro são reais e palpáveis. Ou pelo menos deveriam sê-lo.

&lt;b&gt;Eduardo&lt;/b&gt;, isso que você identifica foi chamado pelo &lt;b&gt;Richard Saul Wurman&lt;/b&gt; de &lt;i&gt;Ansiedade de Informação&lt;/i&gt;. O cara merece respeito, nem que seja por ter popularizado o termo &lt;i&gt;Arquitetura de Informação&lt;/i&gt; e ajudado a inventar as conferências &lt;a href=&quot;http://www.ted.com/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;TED&lt;/a&gt;. Existe um bom livro dele, publicado em português, chamado &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://compare.buscape.com.br/ansiedade-de-informacao-2-richard-saul-wurman-8529300963.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Ansiedade de Informação 2&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, <b>Amstel</b>, o trabalho do <b>Eric von Hippel</b> é um bom exemplo que a inovação está em uma curva exponencial crescente. O problema é aquela questão que apresentei em um Intercon há três anos, e que, se não me engano, tinha você na platéia: o problema do fetiche de informação e do crescente anseio por dar ao usuário o que ele quer pode levar a uma situação em que, mimado, ele passa a reforçar seus próprios vícios e pára de aprender. Acredito que o risco continua presente.</p>
<p><b>Adriel</b>, a distinção entre o virtual, o digital e o remoto sempre foi uma preocupação em minha pesquisa. Os termos são muito diferentes, mas as pessoas teimam em confundi-los. Em uma transação bancária pela Internet usa-se uma máquina digital, para acessar remotamente uma agência virtual. Mas a transação e o dinheiro são reais e palpáveis. Ou pelo menos deveriam sê-lo.</p>
<p><b>Eduardo</b>, isso que você identifica foi chamado pelo <b>Richard Saul Wurman</b> de <i>Ansiedade de Informação</i>. O cara merece respeito, nem que seja por ter popularizado o termo <i>Arquitetura de Informação</i> e ajudado a inventar as conferências <a href="http://www.ted.com/" rel="nofollow">TED</a>. Existe um bom livro dele, publicado em português, chamado <i><a href="http://compare.buscape.com.br/ansiedade-de-informacao-2-richard-saul-wurman-8529300963.html" rel="nofollow">Ansiedade de Informação 2</a></i>.</p>
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		<title>By: Anonymous</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2007/12/13/a-web-20-e-so-a-crista-da-tsunami-parte-i/comment-page-1/#comment-900</link>
		<dc:creator>Anonymous</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 13:40:00 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente está tendo uma distorção do termo virtual. A Internet não é virtual, ela é real , ela existe. A  virtualização seria no caso, a intenção, ou algo suscetível de se realizar.&lt;br/&gt;Agora a questão de participação do usuário, é inevitável, e eu acho super  interessante este conceito.  Se levarmos em conta que a internet é um outro plano, uma outra mídia, ela ainda copia mídias precedentes, como o Jornal, e as Revistas, porém venho acompanhado uma inspiração inversa também, que é o caso dessas revistas impressas, com o conteúdo gerado pelo leitor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente está tendo uma distorção do termo virtual. A Internet não é virtual, ela é real , ela existe. A  virtualização seria no caso, a intenção, ou algo suscetível de se realizar.<br />Agora a questão de participação do usuário, é inevitável, e eu acho super  interessante este conceito.  Se levarmos em conta que a internet é um outro plano, uma outra mídia, ela ainda copia mídias precedentes, como o Jornal, e as Revistas, porém venho acompanhado uma inspiração inversa também, que é o caso dessas revistas impressas, com o conteúdo gerado pelo leitor.</p>
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		<title>By: Eduardo Otubo</title>
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		<dc:creator>Eduardo Otubo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 03:20:00 +0000</pubDate>
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		<description>Luli, &lt;br/&gt;Muito (mas muito mesmo) interessante este tema de comportamente e web. Fico pensando muito sobre como o comportamento das pessoas mudam com Twitter, blogs, celulares e banda larga. Daí de duas uma: Ou começo a ficar louco ou o ônibus passa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como o ser humano ficou TÃO dependente de informação de uma hora pta outra? Eu simplesmente PRECISO de informação sendo twittada no meu celular, preciso me comunicar com pessoas, comentar posts, dar minha opinião, escrever e ser lido...Ufa! A moda agora é a informação. Pronto, disse.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ficarei atento aos seus posts sobre este tema.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;[]&#039;s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luli, <br />Muito (mas muito mesmo) interessante este tema de comportamente e web. Fico pensando muito sobre como o comportamento das pessoas mudam com Twitter, blogs, celulares e banda larga. Daí de duas uma: Ou começo a ficar louco ou o ônibus passa.</p>
<p>Como o ser humano ficou TÃO dependente de informação de uma hora pta outra? Eu simplesmente PRECISO de informação sendo twittada no meu celular, preciso me comunicar com pessoas, comentar posts, dar minha opinião, escrever e ser lido&#8230;Ufa! A moda agora é a informação. Pronto, disse.</p>
<p>Ficarei atento aos seus posts sobre este tema.</p>
<p>[]&#8216;s</p>
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		<title>By: adriel</title>
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		<dc:creator>adriel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 19:36:00 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, obrigado pela citação e principalmente, pelo conteúdo do post. A tendência da difícil diferenciação entre o &quot;real&quot; e o &quot;virtual&quot; é um tema que tem ocupado bastante meu pensamento ultimamente. Acho que o Bauman é um dos pioneiros nas reflexões sobre a mudança de comportamento nos humanos face as mudanças tecnológicas contextualizadas dentro do pós-modernismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, obrigado pela citação e principalmente, pelo conteúdo do post. A tendência da difícil diferenciação entre o &#8220;real&#8221; e o &#8220;virtual&#8221; é um tema que tem ocupado bastante meu pensamento ultimamente. Acho que o Bauman é um dos pioneiros nas reflexões sobre a mudança de comportamento nos humanos face as mudanças tecnológicas contextualizadas dentro do pós-modernismo.</p>
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		<title>By: Frederick van Amstel</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2007/12/13/a-web-20-e-so-a-crista-da-tsunami-parte-i/comment-page-1/#comment-891</link>
		<dc:creator>Frederick van Amstel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 11:43:00 +0000</pubDate>
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		<description>Luli, muito bom saber que você está pensando no que eu estou pensando. De fato é uma transformação maior do que parece, que afeta todos os setores produtivos e consumptivos. Na verdade, vejo precisamente como uma fusão entre processos de produção e de uso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Design como uma área do conhecimento até então, separava processos de produção e de uso, restringindo sua atuação à produção. Entretanto, com essa fusão, o Design está sendo alargado e apropriado pelos usuários. Os próprios usuários projetam seus produtos através de crowdsourcing, programam seus aplicativos usando APIs, pintam suas páginas de perfis de múltiplas cores e etc. Na verdade, chamá-los de usuários é subestimá-los; eles são co-criadores.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/02/05/de-usuario-a-co-criador/&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Designers que sacaram isso não estão mais tão preocuapados com Gestalt, Semiótica ou Usabilidade e sim com Do It Yourself, Design Participativo, Antropologia/Sociologia. O desafio é encaixar esse movimento de participação popular nas rotinas das empresas, o que é muito difícil. Um exemplo interessante é o trabalho documentado pelo Eric von Hippel nesses vídeos:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://web.mit.edu/evhippel/www/tutorials.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luli, muito bom saber que você está pensando no que eu estou pensando. De fato é uma transformação maior do que parece, que afeta todos os setores produtivos e consumptivos. Na verdade, vejo precisamente como uma fusão entre processos de produção e de uso.</p>
<p>O Design como uma área do conhecimento até então, separava processos de produção e de uso, restringindo sua atuação à produção. Entretanto, com essa fusão, o Design está sendo alargado e apropriado pelos usuários. Os próprios usuários projetam seus produtos através de crowdsourcing, programam seus aplicativos usando APIs, pintam suas páginas de perfis de múltiplas cores e etc. Na verdade, chamá-los de usuários é subestimá-los; eles são co-criadores.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/02/05/de-usuario-a-co-criador/" rel="nofollow">http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/02/05/de-usuario-a-co-criador/</a></p>
<p>Designers que sacaram isso não estão mais tão preocuapados com Gestalt, Semiótica ou Usabilidade e sim com Do It Yourself, Design Participativo, Antropologia/Sociologia. O desafio é encaixar esse movimento de participação popular nas rotinas das empresas, o que é muito difícil. Um exemplo interessante é o trabalho documentado pelo Eric von Hippel nesses vídeos:</p>
<p><a href="http://web.mit.edu/evhippel/www/tutorials.htm" rel="nofollow">http://web.mit.edu/evhippel/www/tutorials.htm</a></p>
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