<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>
<channel>
	<title>Comments on: Invenção e inovação</title>
	<atom:link href="http://www.luli.com.br/2007/07/19/invencao-e-inovacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.luli.com.br/2007/07/19/invencao-e-inovacao/</link>
	<description>Considerações sobre design de interfaces e criatividade digital.</description>
	<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 03:37:08 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6.1</generator>
		<item>
		<title>By: producaomultimidia &#187; Blog Archive &#187; Invenção e inovação</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-1504</link>
		<dc:creator>producaomultimidia &#187; Blog Archive &#187; Invenção e inovação</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 02:42:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://luli.com.br/admin/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-1504</guid>
		<description>[...] excelente artigo mostra-nos uma abordagem sobre como a tecnologia surge e é inserida em nosso dia-a-dia, alterando [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] excelente artigo mostra-nos uma abordagem sobre como a tecnologia surge e é inserida em nosso dia-a-dia, alterando [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Luli</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-643</link>
		<dc:creator>Luli</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 21:49:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://luli.com.br/admin/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-643</guid>
		<description>Você tem razão, a abordagem do Kurtzweil é beeeem capitalista. Para quem quiser ler os livros do homem, recomendo começar pelo &lt;a HREF="http://books.google.com/books?id=TEfRAAAACAAJ&#038;dq=age+spiritual+machines" REL="nofollow"&gt;The Age of Spiritual Machines&lt;/a&gt;, para depois ir para o &lt;a HREF="http://books.google.com/books?id=88U6hdUi6D0C&#038;pg=PP1&#038;ots=vZk_iFvsHJ&#038;dq=singularity+is+near&#038;sig=tPAqjqlapAMo8LWeJ2o4PxIGOjE" REL="nofollow"&gt;The Singularity is near&lt;/a&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem razão, a abordagem do Kurtzweil é beeeem capitalista. Para quem quiser ler os livros do homem, recomendo começar pelo <a HREF="http://books.google.com/books?id=TEfRAAAACAAJ&#038;dq=age+spiritual+machines" REL="nofollow">The Age of Spiritual Machines</a>, para depois ir para o <a HREF="http://books.google.com/books?id=88U6hdUi6D0C&#038;pg=PP1&#038;ots=vZk_iFvsHJ&#038;dq=singularity+is+near&#038;sig=tPAqjqlapAMo8LWeJ2o4PxIGOjE" REL="nofollow">The Singularity is near</a>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Frederick van Amtel</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-639</link>
		<dc:creator>Frederick van Amtel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 19:52:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://luli.com.br/admin/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-639</guid>
		<description>Acho que não dá pra fazer um paralelo direto. O Kurzweil encaixa o processo de invenção dentro de uma lógica de mercado, o que não dá conta de invenções pré-capitalistas, enquanto o Petrosky enfatiza um ciclo, nem sempre positivo, de frustração-criação. Outro ponto importante do Petrosky é que as invenções não são feitas por uma pessoa só, mas são sínteses de diversas idéias provenientes de diferentes pessoas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vou dar uma olhada no livro do Kurtzweil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que não dá pra fazer um paralelo direto. O Kurzweil encaixa o processo de invenção dentro de uma lógica de mercado, o que não dá conta de invenções pré-capitalistas, enquanto o Petrosky enfatiza um ciclo, nem sempre positivo, de frustração-criação. Outro ponto importante do Petrosky é que as invenções não são feitas por uma pessoa só, mas são sínteses de diversas idéias provenientes de diferentes pessoas.</p>
<p>Vou dar uma olhada no livro do Kurtzweil.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Luli</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-632</link>
		<dc:creator>Luli</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 20:06:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://luli.com.br/admin/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-632</guid>
		<description>Legal, &lt;b&gt;Amstel&lt;/b&gt;, mas o que ele diz não é exatamente o mesmo que o estágio &lt;i&gt;1 - Precursor&lt;/i&gt;?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O livro que estou lendo é o &lt;b&gt;&lt;i&gt;The Singularity is near&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. É um tijolo de 600 páginas, mas excelente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Legal, <b>Amstel</b>, mas o que ele diz não é exatamente o mesmo que o estágio <i>1 - Precursor</i>?</p>
<p>O livro que estou lendo é o <b><i>The Singularity is near</i></b>. É um tijolo de 600 páginas, mas excelente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Frederick van Amstel</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-631</link>
		<dc:creator>Frederick van Amstel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 18:55:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://luli.com.br/admin/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-631</guid>
		<description>Para uma visão alternativa, sugiro o livro do Henri Petrosky, uma pechincha na Amazon:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.amazon.com/Evolution-Useful-Things-Artifacts-Zippers-Came/dp/0679740392/ref=pd_bbs_sr_1/102-1269593-8487326?ie=UTF8&#038;s=books&#038;qid=1184957379&#038;sr=8-1&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele argumenta que as invenções são produtos de todo um contexto histórico, minimizando um pouco a genialidade do inventor. Na verdade, ele diz que o inventor é um crítico que percebe que algo está errado e propõe uma solução para um problema. Entretanto, as invenções sempre criam novos problemas, que não são percebidos inicialmente mas que, no futuro vão permitir que hajam novas invenções.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Qual é o livro do Kurtzweil que você tá lendo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para uma visão alternativa, sugiro o livro do Henri Petrosky, uma pechincha na Amazon:</p>
<p><a href="http://www.amazon.com/Evolution-Useful-Things-Artifacts-Zippers-Came/dp/0679740392/ref=pd_bbs_sr_1/102-1269593-8487326?ie=UTF8&#038;s=books&#038;qid=1184957379&#038;sr=8-1" rel="nofollow">http://www.amazon.com/Evolution-Useful-Things-Artifacts-Zippers-Came/dp/0679740392/ref=pd_bbs_sr_1/102-1269593-8487326?ie=UTF8&#038;s=books&#038;qid=1184957379&#038;sr=8-1</a></p>
<p>Ele argumenta que as invenções são produtos de todo um contexto histórico, minimizando um pouco a genialidade do inventor. Na verdade, ele diz que o inventor é um crítico que percebe que algo está errado e propõe uma solução para um problema. Entretanto, as invenções sempre criam novos problemas, que não são percebidos inicialmente mas que, no futuro vão permitir que hajam novas invenções.</p>
<p>Qual é o livro do Kurtzweil que você tá lendo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Fabricio Jedigner</title>
		<link>http://www.luli.com.br/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-629</link>
		<dc:creator>Fabricio Jedigner</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 14:39:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://luli.com.br/admin/2007/07/19/invencao-e-inovacao/#comment-629</guid>
		<description>È um post no mínimo digno de um parabéns, cara. O mais legal de ler o que tu escrerve é a sintonia de discurso tua e de outros profissionais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assisti ontem á uma palestra na escola de Design da Unisinos, e os assuntos se complementam de forma interessante. Enquanto tu aborda sobre as diferenças entre invenção (idéia sem objetivo) e inovação (idéia com objetivo), o Tuti (o palestrante) falou do novo e esperado profissional de design no sul do Brasil (e porque não do Brasil. Ele tem que ser muito mais que interdisciplinar, tem que ser um intermediador de todo o processo produtivo. E esse perfil é inovador  em nosso ambiente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Resumindo: brabo é quem inventa maneira de fazer design. Legal mesmo é quem busca inovar na área.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Amplexos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>È um post no mínimo digno de um parabéns, cara. O mais legal de ler o que tu escrerve é a sintonia de discurso tua e de outros profissionais.</p>
<p>Assisti ontem á uma palestra na escola de Design da Unisinos, e os assuntos se complementam de forma interessante. Enquanto tu aborda sobre as diferenças entre invenção (idéia sem objetivo) e inovação (idéia com objetivo), o Tuti (o palestrante) falou do novo e esperado profissional de design no sul do Brasil (e porque não do Brasil. Ele tem que ser muito mais que interdisciplinar, tem que ser um intermediador de todo o processo produtivo. E esse perfil é inovador  em nosso ambiente.</p>
<p>Resumindo: brabo é quem inventa maneira de fazer design. Legal mesmo é quem busca inovar na área.</p>
<p>Amplexos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

<!-- Dynamic Page Served (once) in 0.938 seconds -->
