A tipografia é uma das partes mais importantes do design, seja qual for o suporte em que ele se apóie.A escolha inadequada de uma família de letras pode destruir o tom da comunicação.
No entanto, é de se estranhar a falta de atenção que se dá ao desenho dos alfabetos. Várias letras que nos são velhas conhecidas guardam segredos. Você é capaz de dizer, por exemplo:
- O que quer dizer (e de onde vem) a “cedilha” do Ç?
- Por que a letra ß alemã quer dizer “ss” e não “b”?
- Como surgiu o caractere & e por que ele se chama “ampersand”?
- Como surgiu o caractere @ e onde mais ele é usado além de e-mails?
- Quando surgiram as minúsculas e quando se propôs sua extinção?
- Por que textos antigos não tinham letras sem serifa?
- O alinhamento de texto mais recente é à esquerda, à direita, centralizado ou blocado?
- Por que não se chama texto blocado de “justificado”?
- Por que é tão difícil de se calcular em números romanos?
- Qual a diferença de se usar bold e itálico em um bloco de texto?
Veja as respostas aqui.
Esse livro está me transformando em um nerdesigner.
Boas perguntas… vou ficar no aguardo das respostas… e principalmente no aguardo do livro…
[]´s
Salve salve
Umas das coisas que não entendi muito bem no DWD1 foi a brincadeira com a “fontana di trevi”. Não sei realmente se foi mais uma lulice ou se realmente vc nao adota o termo “fonte”, que historicamente está certa…
ÓOOOooooooo luli..me responda esta incognitaaaaa! rsrsrsrs
Por falar em fonte..tem também aquela velha pergunta: Por que caixa baixa e caixa alta? hahahahahahaha
Rafael, eu NUNCA uso o termo “fonte” porque ele é impreciso, incorreto e incompleto – na tipografia antiga ele se referia a um único tipo de letra, em um tamanho e estilo determinados. Garamond é uma família tipográfica (ou, popularmente, uma “letra”); já Garamond Condensed Bold Italic, corpo 12 é uma fonte. Ou melhor, cada caractere deste estilo específico (o “a”, por exemplo) é uma fonte. Por que vc diz que ela está “historicamente correta”? Me dê uma luz. Quanto às caixas, elas se referem às caixas em que os tipógrafos guardavam os tipos de chumbo. Quanto à dúvida do Daniel, ainda estou em dúvida se responderei às perguntas ou se vou manter o clima de “gincana” ;-)
Ai Luli, já que vc pensa em manter o clima da gincana, pesquisei no “pai de todos” Google e achei um link interessante sobre o ‘ç’…
http://www.sualingua.com.br/06/06_cedilha.htm
dá uma olhada e vê se serve.
[]´s
p.s: te encontro no 11º Web da arteccom
Certíssimo, Daniel. Um já foi, faltam nove…
Brincadeira. Semana que vem respondo estas enquanto posto outras.
Incrível como a Faye Dunaway é a única que não olha para a gente.
O Martinez tem uma teoria boa sobre bold x itálico. At the Cobal’s.
Interessante isso da cedilha…
Fui na tua palestra do Encontro de Web e foi demais, parabéns. To pensando em juntar uma grana e ir em Sampa.
Eu sei que o post está abordando aspectos conceituais da tipografia, mas não custa lembrar.
Acho importante falar sobre pixel font. Muita gente que trabalha com “web designer” nem sabe o que é isso. É uma “tecnologia” voltada para o uso das letras em monitor, cada pixel da font se encaixa no pixel da tela. Será que com os novos recursos de renderização de programas como o flash 8 ,por exemplo, elas vão por água abaixo ?
abs
Gustavo Lassala
Pode deixar, Gustavo, que Pixel Fonts serão assunto no livro. Até porque foram os meios digitais (web, celular) que as tornaram populares. Bela lembrança.