Julieta (aquela do Shakespeare) já dizia:
O que há em um nome?
Uma rosa, com qualquer outro nome, não teria o mesmo cheiro?
Ela tinha razão. Todos sabemos que o nome é só uma embalagem, que o conteúdo é o que importa, que excelentes obras têm nomes óbvios (David Copperfield e Lolita não são exatamente grandes títulos) etc etc etc… e no entanto todo mundo sofre ao fazer um título.
Por quê?
Ora, porque a escolha de um nome, sob certos aspectos, também é design. Ela funciona como uma embalagem.
Por isso sugiram à vontade: por enquanto (e para não confundir) ele se chama DWD:3. Até ser publicado a gente muda.
Bom fim de semana.
PS1: Foi dessa frase aí em cima que o Umberto Eco sacou “O Nome Da Rosa”
PS2: O melhor título do mundo, na minha opinião, é “Dr. Strangelove - ou como aprendi a parar de me preocupar e amar a bomba”. É também um grande filme.
Popularity: 4% [?]
“A arte da guerra para quem mexeu no queijo do pai rico” o livro é maravilhoso, encontrei por acaso quando estava “passeando” por uma livraria. Curso administração na UDESC em Florianópolis e esses livros da minha área me interessam bastante. Como já havia lido os outros dois livros citados no título do seu livro, peguei aquele chamativo livro de capa amarela na minha mão e li um trecho da introdução e foi o que me bastou para levar o livro para casa. 4 dias depois(sim, confesso que leio devagar) aqui estou eu na internet, digitando seu nome para descobrir mais sobre você. Será que ele tem outros livros? Ratificando que achei o livro incrível só estou deixando este comentário para parabenizá-lo mesmo pois para quem não gosta muito de ler(como eu), entrar numa livraria, comprar um livro e ficar fascinada por ele é algo que não acontece toda hora!! No mais era isso, obrigada pela atenção,
Larissa R. Z. Leal.
olá
ai vai minha dica…
no livro Pai Rico Pai Pobre, o autor sugere q o nome de um livro deve ser polêmico para chamar a atenção da mídia e a curiosidade do público.
boa sorte
Eduardo Otubo said…
Luli!
Cara, não quero ser chato, [nem arrogante e essas coisas ruins], mas o nome já não estava óbvio: “DWD3″
Abraços e até!
Obrigado, Larissa, mas sinto dizer que você está no blog errado. De qualquer forma, sua contribuição acabou levantando um debate por aqui hoje, cujo resultado foi tornar a discussão mais dinâmica. Muito, muito obrigado pelos comentários quanto ao livrinho amarelo, provavelmente devo lançar uma continuação dele ainda neste ano. Valeu a dica, Laís, mas acho que ela não se aplica a livros didáticos - que até podem ser bem-humorados, mas precisam ser um pouco mais objetivos.
O melhor comentário do dia foi do Eduardo, mas daí fica uma pergunta: “W” de quê? De Web? De Wireless? Será que pode para as duas? Aí não seria DWWD? Para que o 3? Ambas as opções não são um pouco pobres para o conteúdo pretendido?
Pois é, só PARECE fácil.
Com certesa deve conter um termo do internetês que se inicie com uma vogal, algo como: e-coisa ou I-love, e é claro não pode faltar o W. Na www onde os webritters e webdesigners, que não entendem nada de Wireless, discutem sobre Wi-fi, mais um W é sempre bem vindo.
Ajudou ? :P
Taí uma coisa, Leandro, que me mata de medo. Esses prefixos me parecem aquelas coisas futuristas dos anos 60 (de poliéster) ou dos anos 80 (aquela coisa meio TRON).
Na época de seu lançamento é vanguarda-modernéeeeesimo. 15 minutos depois vira aquela coisa meio cafona Olivia Newton-John.
Mas sei lá, é só minha opinião.
Esse blog vai render até a publicação do livro… Bem, eu não sou designer, (o que estou fazendo aqui?? Hehe) mas estou aqui por um simples motivo: eu gosto de design. Gosto de belas formas, bom conteúdo, e tenho acompanhado o teu trabalhado como admiradora. Tenho uma sugestão de nome: DESIGN PARA AMANTES.
Acho que reflete bem o teu trabalho!
Patimelo, muito obrigado pela sugestão - queria saber quem foi que disse que esse blog era restrito a designers?
Ooops, fui eu mesmo em meu e-mail spam - mas eu me referia ao fato que este blog interessará mais a quem está de alguma forma ligado a design, nem que seja por laços de interesse e paixão.
A idéia do nome é boa, mas precisa de uns ajustes, senão pode parecer livro de auto-ajuda ou me render uma bela encrenca com minha mulher ;-)
Xiii , é verdade… Melhor não!! mas, talvez seja o fio da meada…
Fala Luli,
Que tal Design Digital Jingles Register…
JINGLES - NÃO SEI OQUE QUER DIZER
MAS REGISTER TODO GRINGO VAI QUEQUER COMPAR.
Abraço
Zebra.
_/ \_
(^__-)
Hum, pelo que li, Luli, a sua última editora de deu dor-de-cabeça. Então, estaria você querendo romper e escrever algo novo, ou é mais um upgrade ? Porque, no cinema as continuações dificilmente superam o inicial, será então que as pessoas não vão olhar na prateleira e pensar “xiii… de novo ?”. Eu tenho os dois DWD, mas para ser bastante sincero não saberia te dizer qual a diferença entre os eles. E se alguém me pedisse a opinião, eu diria “compre só o II. Ele é o I turbinado, e não sua continuação linear.”
No outro da moeda, você poderá pegar o embalo do sucesso comercial e da “marca” consagrada “DWD”. Poderá fazer bonés, camisetas e canecas. Pessoas terão adesivos em seus carros. Multidões se acotovelarão na livraria pelo seu III exemplar.
É, esse comment não foi para responder, foi só para cutucar mesmo.
Alexander, assim você me sacaneia ;-P
A questão com a outra editora não é que eu briguei com ela: é que ela praticamente fechou - sem contar uma série de questões éticas que não vale a pena levar em consideração.
Quanto ao nome: DWD-3 serve muito bem para esse blog e para que todos aqueles que leram originais, xerox, cópias digitadas e etc saibam do que se trata.
Mesmo que este fosse uma continuação anabolizada, seis anos é muito, muito tempo e, por uma questão de direitos autorais, não posso repetir quase nada do que já foi dito - nem quero, aliás.
Não sou do tipo que se apega a glórias passadas (isso é coisa de SãoPaulino, que até no hino do clube coloca que “As suas glórias estão no passado…” hehehe) e sei que dá para colocar algo novo.
Mas como me preocupo em gerar conteúdo pouco datado e com razoável relevância, é legal, peno menos neste blog, relacionar o futuro livro sem nome aos DWD e até a meus artigos na WebDesign, na newsletter Jump e até os que eu não escrevo mais, feitos para a antiga revista Design Gráfico, About e Propaganda.
Em resumo, uma boa resposta a seu comentário: muita discussão por vir, nada decidido (pelo menos por enquanto).
G L O B