Segue o conteúdo do livro anterior - para dar uma referência para o novo. Gostaria de saber o que vcs acham que devo manter e o que já dá para tirar, sem contar, é claro, as sugestões:
I - Design
(considerações básicas sobre design, o que é, principais conceitos)
- Design: a cara do mundo civilizado
- Designers e Frankensteins
- Talento vs. Preguiça
- Carta da Califórnia
- Pensando visualmente
- O impacto dos detahes
- Identidade corporativa
- Cada coisa com seu porquê
- Percepção
- Organização, Imagem vs. fundo, agrupamento, figuras fortes
- Objetivos, Público-alvo, Conteúdo, Formato, Chamada à ação
- Alinhamento, Equilíbrio, Contraste, Regras, Simplificação, Legibilidade, Integração
- Referências, Espaços, O grid deste livro
- Serifa, Estilos, Alinhamento
II – Web
(por incrível que pareça, já foi um dia preciso explicar o que era a web. Alguns conceitos acredito que ainda continuam válidos)
- Uma solução à procura de um problema
- Design gráfico vs. design digital
- O que você precisa saber
- Páginas e sites, Registro de domínios, Browsers, HTML, DHTML, Editores, Flash, Plug-ins, Java etc, Imagens e cores, Impressão, Formatos, Uso de imagens, frames, Tabelas, Área útil, Upload e download
- TV/multimídia, CD-ROM
- Ícones/botões, Mapa, Formulários, Som
- LATCH, Processo de Arquitetura de Informação, Design de informação
- Navegação, Tipos de roteiros
- Paisagens informativas
III – Design na Web
(o que é, afinal, webdesign e porque não acredito em webdesigners)
- Quem precisa de um website?
- Tipos de websites
- Publicidade de massa e internet
- Convergência das mídias
- Porque Banners não prestam
- Qualidade da experiência
- Night Coca-Cola Light, Forma vs. conteúdo
- Do que as pessoas mais gostam nos sites
- O processo de produção
- Rótulos, Modelo Clement Mok, Modelo Roger Black, Modelo iXL, A metodologia que uso
- A função do produtor, Perfil: Ana Lúcia Cester, Perfil: Farol Digital
- Gênio!
- Perfil: Indio Brasileiro, ITC Ventures
- Perfil: Sandra Chemin, OgilvyInteractive
- Perfil: Pedro Mozart & Daniel Brum, Urbana
- Perfil: Rodrigo Pedreira, ShowLivre
- Perfil: Paulo César Queiroz, DM9DDB
- Perfil: Mauro Cavaletti, R/GA Digital
- Perfil: Ricardo Andrez João, Euro Interaction
- Perfil: Juliana Friedman, Trama
- Perfil: Fábio Pierro, dpz.com
- Perfil: Angela Bassichetti, OgilvyInteractive
- Perfil: Guilherme Silveira, StarMedia
- Perfil: Fernando Panissi, ZeroUm
- Perfil: Antonio Carlos Coelho, StarMedia
- Perfil: Ale McHaddo, 44 Bico Largo Multimídia
- Perfil: Rogério Assis, FotoSite
- Perfil: Eco Moliterno, AgênciaClick
- Perfil: Thompson Loiola, MTV
- Perfil: Luiz Cláudio Allan, Edelman
- Perfil: Carlos Lunetta
IV – Tergiversações
(considerações gerais sobre o ambiente digital)
- Modernidades
- Século XXI, Tias velhas, Tempo irreal, Problemas e Mistérios, Pokémons
- Conclusão, Histórias participativas, LEGO, Galerias, Pontos de vista
- Peças não publicadas
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Luli, uso seu livro nas minhas aulas. Sou prof. de design digital. O que acho que falta um pouco é deixar o texto mais cientifico, com referencias a outros autores, teóricos, notas de rodapé, essas coisas.
Enfim é só um primeiro comentário.
Vou olhar os capitulos com mais calma e dar um retorno melhor elaborado.
abs
Gustavo Lassala
Luli, tudo em paz. Não conheço mto do seu trabalho, mas fiquei bastante interessado. Irei procurar seu livro.
Quanto ao comentário acima, acredito que é linguagem rebuscada não seria o caminho certo e sim clareza e objetividade. Seu público alvo não precisa de “vos misse”?
Pode ser, Gustavo, mas acho que se isso pode ser feito em todo o livro, prejudica sua dinâmica e se transforma em mais um paper acadêmico. Vamos ver isso com calma, que de repente eu dou um capricho na parte de “recomendações de leitura”. Concordo com o Irving, ele precisa ser mais claro e objetivo que científico, embora não menos preciso e correto.
Em todo caso, dêem uma boa olhada no índice do livro anterior. Ele pode servir de rascunho. Valeu a força.
Caríssimo,
Acho que entendo o que o Gustavo quis dizer. Às vezes, por causa do tom mais informal, o texto é tomado (erroneamente, claro) como menos “científico”. Creio que alguma referência acadêmica não faria mal (bibliografias e referências, por exemplo), desde que mantendo a clareza e objetividade das quais você falou.
Quanto ao conteúdo, sugiro algo sobre “interfaces ricas” (RIA e outros) e aproveitamento do potencial da web em termos de interface. Lembro que nas primeiras versões você escreveu sobre a necessidade de entender o ritmo e a linguagem para a web (um dos exemplos era de um site de companhia aérea, cuja “home” simulava um balcão de atendimento).
Na parte de referências, há algumas empresas na área de arquitetura de informação que merecem a nota, como a Kahn + Associates.
E eu prometo que esse foi o último comment de hoje :)
Assim, passando os olhos no index, atualizaria alguns pontos. Hoje em dia, o designer para web é um pouco arquiteto de informação e um pouco desenvolvedor. Por mais que um diretor de arte interativo CRIE muitas vezes seu trabalho passa sob a ótica do desenvolvimento, não tem jeito. A menos que seja um projeto experimental, nenhuma regra vale.
frames, Tabelas=> acho que já está fora de contexto com o atual web standard (CSS1 e 2 + XHTML);
Área útil => com o intenso uso de laptop voltamos aos tempos de monitores de 12pol porém, monitores de 21pol tbm valem;
botões=> jeito “standartizado”de se criar botões mesmo com imagem de fundo (CSS1 e 2)
Porque Banners não prestam=> pode-se fazer um paralelo com os anúncios textuais (Google e Uol)
Inté!
Graaande Luli! Recebi seu spam e resolvi xeretar…rs.
“banners não prestam”…essa eu quero ver vc justificar. Ah, aproveita e atualiza a lista de seus profissionais, afinal vários mudaram de empresas(Sandra, Eco, etc). Good luck. Abs Sant’Iago
Graaaande Claudio, long time no read. Concordo com vocês. Acho que isso pode ser resolvido com um bom capítulo de “leituras complementares”, para não prejudicar a dinâmica do texto; Carla, gostei de suas sugestões, provavelmente as transformarei em post mais tarde; Marcelo, você está corretíssimo com relação à atualização dos profissionais. Todos esses tópicos entrarão em discussão assim que fecharmos o formato. Valeu.
Acharia interessante se você conseguisse abordar ou arranhar os assuntos cada vez mais latentes: games e interfaces de sistemas-web - assim como sites que mais parecem games, sistemas que mais parecem sites e sistemas de informação que parecem games.
E já estou ansioso para ler seu livro não-escrito.
Não sei se lhe interessa entrar nesta discussão, mas há um ótimo artigo de “Human-Centered Design” x “Activity-Centered Design” que tenho certeza que você abordaria com ótima clareza: http://www.jnd.org/dn.mss/human-centered.html
Abraço.
André GP
Excelente comentário, André (e que link maravilhoso, obrigadíssimo). Acho que entrar na questão de HCD vs. ACD bastante relevante e oportuno. Quanto aos games que parecem sites, tenho medo que, em pouco tempo, a discussão se torne obsoleta.
Mas ainda não tenho opinião formada a respeito, prometo pensar mais no assunto.
==== TÓPICO ENCERRADO ====